Igreja rússia

Post aleatório sobre mim

2020.11.20 19:15 Otaku_Usseles Post aleatório sobre mim

Estou a uns dias sem mexer no meu notebook o wi-fi está ruim por causa da tecla FN e como ela não está funcionando eu uso um adaptador de wi-fi que não está bom e a internet fica uma merda, quando der vou comprar um cabo vai ser melhor.
Atualmente eu comecei a ajudar limpando a louça, alguns dias eu acabo comendo tarde e não sobra nada para limpar, mas quando eu vejo que tem algo sujo eu limpo, inclusive depois que terminar esse post vou ir limpar a louça.
Há uns dois dias tive uma discussão com minha tia, fiz um post sobre isso, depois daquilo ficou tudo normal já que não é a primeira vez que isso acontece. Depois fomos no shopping para levar meus primos e minha irmã mais nova por parte de mãe para ver a decoração de natal, foi bem divertido e comi bastante, no caminho pro shopping minha tia disse algo que eu fiquei pensativo, meu pai e minha mãe me levava no shopping todo final de semana, tínhamos uma vida boa, fiquei imaginando como seria se eles não tivessem se separado, mas eu não a culpo ela que decidiu isso e eu não mando nela, graças a minha antiga psicóloga eu parei de tentar agir como se ela fosse minha filha e eu tivesse que me preocupar toda hora, sinceramente ela já é adulta e faz o que quer.
E meu pai, meu pai se separou, ele e minha mãe se viam algumas vezes separados, mas não voltaram mais, eu via ele bastante mas com o tempo foi diminuindo até o dia que ele não foi no meu aniversário daí foi só ladeira abaixo, eu falava algumas vezes com ele para falar sobre a pensão mas sinceramente me sentia e me sinto desconfortável em cobrar dele. Ano passado ele resolveu me procurar e eu fui na casa dele, depois que ele se separou da minha mãe ele se casou e teve dois filhos, hoje em dia ele é pastor de uma igreja, vez ou outra ele paga a pensão , até hoje só fui na casa dele 2 vezes e sempre prometo ir de novo mas não tenho tanta vontade de ir.
Aliás eu já lavei a louça e arrumei meu guarda roupa, continuando sobre mim, nunca sai de casa sozinho, só pra deixar claro estou na fase do fim da adolescência e o início da idade adulta, acho que assim não viola as regras do sub, fico imaginando que uma hora ou outra eu vou ter que sair de casa para ir trabalhar e etc, já tirei minha carteira de trabalho mas foi ano passado, só que quando eu ia buscar minha mãe me levaria mas minha irmã acabou nascendo e acabei adiando , então veio a pandemia e não fui buscar até hoje, voltando ao assunto de sair de casa, da um medo sair e perder meu celular para algum ladrão ou então acabar sendo morto, que mundo merda aonde não se pode sair na rua tranquilo sem morrer, bem eu já saí algumas vezes de casa, para fazer trabalho ou ir na casa de um amigo, só fui uma vez na casa de um amigo , minha amizade com ele sei lá , ele gosta bastante de coisas sobre guerra, tanques, armas, Rússia, aliás ele viu um vídeo sobre a Rússia e achou muito engraçado mas eu não achei a menor graça , ele também gosta de motos e carros, a única coisa que nos faz conversar é anime, eu acho ele legal mas fico meio desconfortável quando ele começa a falar sobre esses assuntos que eu não conheço/ não tenho interesse.
Acho que já está meio longo, quando eu estiver com vontade escrevo outro post sobre outras coisas.
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2020.09.15 02:44 josianemoreira Israel e seus Inimigos

Tudo começou na época de Abraão, quando ele e Sara tiveram seu filho Isaque, o filho da promessa, que deu origem ao povo judeu pp.dito. Porém, antes Abraão havia tido um filho com sua escrava Hagar, Ismael, que casando-se com uma egípcia deu origem a doze príncipes que povoaram aquela região. Descendentes de Abraão, Ló e o filho rebelde de Isaque, Esaú, se misturam com os ismaelitas, dando origem aos povos vizinhos (adonitas, amonitas, amalequitas, moabitas, hagarenos, ismaelitas) que juntaram-se aos filisteus, cananeus e outros povos com um único objetivo: – destruir a linhagem da promessa, Israel. Depois vieram os babilônios, os persas, os gregos, os romanos, os turcos, os árabes, e mesmo vários segmentos do cristianismo, como ocorrido na época dos cruzados, a inquisição, os pogroms, o holocausto, as intifadas e agora os terroristas do Hamás, Hisbolah, Isis, e outras facções do Islam, sempre com o mesmo objetivo, a aniquilação de Israel.
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Se o judeu é o povo da Bíblia, então o maior legado de Israel para a humanidade é seu livro divino e inspirado por D´us. O que diz então este livro sobre esta hereditária perseguição e desejo de aniquilar Israel, varrendo-o do mapa?
Foi então que me concentrei nas passagens bíblicas que pudessem trazer luz ou pelo menos uma explicação razoável no sentido de entender a importância de Israel para as nações através do tempo e do plano divino. Portanto, não há como entender a inimizade dos países vizinhos e mesmo a maioria das nações que se posiciona contra Israel sem levarmos em consideração os aspectos espirituais deste conflito milenar.
Meu amigo, apresento a seguir, um contexto bíblico-espiritual na tentativa de explicar o porquê deste conflito. Evidentemente, mesmo os que não crêem na Bíblia poderão conhecer um pouco da história.
Antes de começar, eu gostaria de apresentar neste momento a minha conclusão final: A razão de toda guerra e conflito com Israel está relacionado ao Tikkun Olam (A redenção universal) que virá em breve sobre o planeta Terra e sobre todo o universo. Israel foi comissionado divinamente como nação coorporativa para esta nobre missão. Entretanto, esta missão não o coloca melhor do que nenhuma outra nação, mas faz recair sobre ele uma grande responsabilidade pela qual Israel tem pago um altíssimo preço ao longo de sua existência. A grande verdade é que as forças opositoras do mal ou das trevas, que tanto a Bíblia menciona, sabem que pouco tempo lhes resta para agir (Ap 12:12).
Israel como povo muitas vezes tem se esquecido, ao longo de sua própria história, dessa nobre missão, desse chamado divino e irrevogável. Mas, se recorrermos ao Tanhuma Kdoshim, 10 (um antigo Midrash), escrito antes do Tamuld da Babilônia, veremos que os rabinos da época já entendiam a importância de Israel no contexto universal. Ou seja, Israel é o centro da terra na perspectiva messiânica. Assim, o centro do mundo seria Israel, do mesmo modo que o centro de Israel seria Jerusalém. O centro de Jerusalém seria o Templo; o centro do Templo seria o Aron Hakodesh (a Arca) e o Centro da Arca seria a Torá.
Representação do Midrash Tanhuna Kdoshim: A Palavra do Eterno como centro do universo

Mas, o que é a Torá? No profundo sentido espiritual seria a Palavra de D´us, Sua “davar”ou “logos”. Para mim, a Torá é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, segundo João (1:14), apóstolo e seguidor de Yeshua, o Messias, em sua primeira vinda. Na sua primeira vinda, Yeshua veio para trazer as Boas Novas de redenção para a humanidade; veio como profeta, como Filho do homem (Ben Adam), como gostava de ser chamado. Mas, em sua segunda vinda, virá como Rei (Ben David) e Sacerdote para implantar o Seu Reino Messiânico de Justiça, Paz e Alegria (Rm 14:17), reinando sobre as nações de Jerusalém, exatamente do Templo de Salomão que será reconstruído no Monte Moriá, segundo o profeta Ezequiel.
O profeta Ezequiel, em exílio na Babilônia no ano 598, A.C, entendeu claramente o porquê de Israel estar em exílio por 70 anos. Israel vivia como as demais nações na tríade da idolatria, adultério e apostasia. Ezequiel vê Israel saindo dos propósitos divinos e em luta constante com seus vizinhos. Depois, num outro tempo, Ezequiel vê as nações da terra marchando contra Israel. Sobre isto, gostaria, para efeitos didáticos, fazer uma “midrash” de vários textos bíblicos, resumindo no seguinte:
Os três tipos de inimigos de Israel em três tempos:
I. Primeiro Tempo – Os vizinhos inimigos de Israel.
Os capítulos 25 a 32 de Ezequiel mencionam os vizinhos de Israel como seus inimigos. Todos tem em comum um único propósito: destruir Israel! Quem são eles?
Amon, Moabe, Edom, Filístia, Tiro, Sidon e Egito. Asafe, salmista contemporâneo do Rei David, escreveu no Salmo 83 que os vizinhos inimigos de Israel são: Edom (descendentes de Esaú), Ismaelitas (descendentes de Ismael), Moabe (descendentes de Ló com sua filha mais velha), Hagarenos descendentes de Hagar), Gebal (fenícios e parte do Líbano), Amom (filhos de Ló com a filha mais nova), Amaleque (descendentes de Esaú), Filisteus (habitavam em Jope e Gaza), Tiro e Assíria (parte da Síria e Iraque). No Salmo 83, é dito que esses povos formaram uma liga, um conselho (federação) com um único objetivo: Riscar Israel do Mapa! (Vinde, e apaguemo-los para que não sejam nação, nem seja lembrado mais o nome de Israel – verso 4). Ou seja, podemos fazer uma correlação entre os textos de Ezequiel (25-32) com o Salmo 83 e chegar à conclusão que todos esses povos foram inimigos ferrenhos de Israel e tentaram destruí-lo, impedindo que o povo hebreu conquistasse e tomasse posse da Terra prometida a Abraão, a terra de Canaã. Interessante notar que nenhum desses povos prevaleceu na terra. Todos esses povos possuem vestígios no atual povo árabe, hoje os vizinhos de Israel. E o mais interessante é que o mesmo espírito e desejo de destruir Israel continua vivo. Portanto, Israel deverá estar atento sempre aos seus novos “antigos” vizinhos.
Resumindo:
a) Esses antigos vizinhos foram e serão ainda derrotados no futuro segundo o salmista. Isto nos mostra que existirão países vizinhos de Israel que tentarão alcançar seus antigos objetivos: Apagar Israel do Mapa. Podemos então dizer que esses vizinhos tentarão impedir a existência de Israel, isto é, do povo e da terra de Israel ainda nos dias de hoje.
b) Motivo espiritual: impedir que as profecias messiânicas se cumpram quanto à terra de Israel e seu povo para a chegada do Messias e de seu Reino universal (Tikkun Olam).
II) Segundo Tempo – A coligação das nações, inimigos de Israel.
Representada em Apocalipse como a Grande Babilônia (Ap 17 a 20) constituída por dez reis ou nações ou coligações das nações, onde aparecem figuras como o Dragão (satanás), a Besta e o Falso Profeta (Ap19). A tríade do espírito da Babilônia é a idolatria, a prostituição e a apostasia. Podemos dizer que idolatria é tudo aquilo que afasta o homem do verdadeiro D´us; a prostituição é tudo aquilo que corrompe relacionamentos e valores morais, e apostasia é a conseqüência natural de afastar o homem do Seu Criador, da fé, das bênçãos e promessas. Hoje, vemos claramente que as nações estão se alinhando para a formação desta liga babilônica, onde Israel é o centro dessa oposição. É interessante notar que a Europa tem sido invadida por mulçumanos oriundos dos países árabes e da África, principalmente. Nota-se também que os países europeus tornam-se cada vez mais antagonistas ao Estado judeu. Facções da ideologia nazista tem crescido no mundo todo, bem como o antissemitismo. O espírito do mal que nos tempos bíblicos tentava impedir Israel de se estabelecer e existir, aparece ao longo da história na destruição do primeiro Templo por Nabucodonosor, do segundo Templo por Tito de Roma, seguido depois pelos Cruzados, Inquisição, Pogroms, Holocausto, intifadas, e no momento, a coligação de terroristas islâmicos.
Objetivo final: Tentar impedir a vinda (retorno) do Messias e de Seu Reino Milenar, o Tikkun Olam. Pois segundo as profecias, o Messias Yeshua volta para Israel, não para outro país. Porém, essa “babilônia” será destruída na batalha no Vale do Armagedon, ou Megido, ou Vale de Jesreel, o vale do juízo, onde o Messias adentrará com seus eleitos e vitoriosos, destruindo a besta e o falso profeta, lançando-os no abismo, no lago de fogo e enxofre. O Dragão, satanás, será preso por mil anos (Ap19:20 e 20:2). Quase todos os profetas bíblicos desde Isaías até Malaquias fizeram menção quanto ao “Iom há Din” o grande e temível dia do Senhor, o dia do juízo das nações.
III) Terceiro Tempo – Coligação das nações com Gogue e Magogue contra Israel no final da era milenar
Mesmo após o Reino de D´us ser implantado nesta terra pelo Messias Yeshua (para aqueles que Nele crêem), aparecerão no final da era milenar povos e nações que se rebelarão contra todo o propósito deste Reino messiânico. Inacreditável, mas isto acontecerá segundo as profecias. O profeta Zacarias (Zc 14:16) menciona que neste período de 1000 anos de paz na terra, as nações subirão de ano a ano a Jerusalém para adorarem o grande Rei Messias e para celebrarem a festa de Sucot (Tabernáculos), mostrando a paz no mundo e a alegria por termos um Rei soberano sobre todas as nações. Nesta época haverá três tipos de pessoas vivendo na terra. O primeiro será constituído por aqueles crentes em Yeshua que morreram no Messias, mas que ressuscitaram por ocasião que antecedeu a Sua vinda, no arrebatamento da Igreja, judeus e gentios juntos no Messias (I Te 4:13:16). O segundo tipo foram aqueles crentes que não passaram pela morte, mas também tiveram seus corpos glorificados na vinda de Yeshua (ITe13:15) e o terceiro tipo serão pessoas que nascerão durante a era milenar. Eles levarão uma vida normal no período milenar, mas no final do milênio satanás será solto e levará grande parte desses a uma rebelião contra D´us e o Messias. Porém, serão destruídos pelo fogo que cairá dos céus (Ap20:7-10). Quem serão esses povos que se rebelarão contra D´us no Reino milenar de Yeshua? Ezequiel, nos capítulos 38 e 39, e também Ap 20:8, mencionam Gogue, chefe de Meseque e Tubal, Pérsia, Cuche, Pute, Gomer e Togarma. Quem são esses povos?
Gogue representa uma entidade de satanás. Meseque (filho de Jafé, deu origem aos europeus); Tubal (assírios); Persa (Irã); Cuxe (descendentes de Cão, os Líbios, p. ex.); Gomer (descendentes do filho mais velho de Jafé, os Cimérios, arianos que vieram da Ucrânia e Rússia) e finalmente Togarma (povo de Carmequis, Turquia). Muito interessante analisar que esses povos serão os arqui-inimigos de Israel e do reino messiânico.
Objetivo final: no final do milênio, segundo a Bíblia, haverá o juízo final e a ressurreição de todos aqueles que não passaram pela primeira ressurreição (dos salvos em Yeshua). Portanto, o objetivo de Gogue e Magogue com suas nações coligadas será impedir o Juízo final, por isso, tentarão pela última vez destruir a sede do Reino Milenar, Jerusalém – Israel. Em outras palavras, satanás tentará anular o juízo final e a condenação que virá para seus seguidores (Ap 20:7-15).
Indicação das nações da coligação “Gogue” e “Magogue”
PORÉM, HÁ UM GRANDE MISTÉRIO QUE NÃO PODEMOS ENTENDER, não nos sendo revelado: – Como sendo o D´us de Abraão, Isaque e Jacó, o D´us de Israel, um Deus definido pela Bíblia como AMOR , pode ser chamado pela própria Bíblia de D´us dos Exércitos de Israel (ICr 11:9;ICr17:24; I Sm17:45) ou o D´us das batalhas (Sl24:8; ISm25:28) ou o D´us que adestra as mãos de Israel para a guerra (Sl144:1)?
Lembremo-nos que D´us não muda (Ml 3:6). Ele é o mesmo D´us de ontem, de hoje e de sempre. Portanto, concluímos que Ele continua sendo o D´us dos Exércitos de Israel nos dias de hoje.
Eu não posso entender como um D´us definido como amor, paz, justiça, alegria e tantos outros atributos, pode se posicionar ainda hoje como o D´us dos Exércitos de Israel! Isto é difícil de entender, mas é verdade.
Poucos conseguem ver que D´us trabalha em tempos e propósitos consecutivos: Adão perde pelo livre arbítrio o Reino terreno sob o comando celestial e toda a humanidade tem sofrido grandemente as consequências deste pecado da separação: guerras, fome, miséria, corrupção, perda dos valores morais, deterioração da família, etc. Portanto, D´us dá inicio ao processo de Redenção, escolhendo primeiro um povo e uma terra para se manifestar, mostrando seu propósito, dando a este povo a Sua Torá. Este povo precisaria de aprendizado, de disciplina e de temor a D’us. Assim, D´us o coloca por 430 anos para ser escravo no Egito. Depois, D´us através de Moisés o leva para a terra de Canaã, a terra prometida para que jamais deixassem aquele local. Logo a seguir, D´us levanta seus profetas que preconizam e ensinam sobre a era messiânica e o papel de Israel, em específico, da Tribo de Judá, da qual sairia o Messias em sua primeira vinda. Um grande feito divino que marcou o mundo antes e depois dele foi a redenção individual do Messias há dois mil anos, permitindo às nações, através do Mashiach, usufruir das alianças, das promessas e das bênçãos de Israel. O muro de separação foi quebrado entre Israel e as nações. D´us queria que Seu Reino começasse em cada coração, ainda no interior, na alma, tanto para os judeus como para os gentios que crêem em Seu Filho, o Mashiach!(Ef 2:11-22).
Dois mil anos se passaram. D´us permite que Israel subsistisse entre os povos, ajuntando-os dos cantos da terra e levando-os para a terra de seus pais. Israel floresce como povo e nação, preparando-se para o grande dia em que seus olhos serão abertos e receberão o messias Yeshua como Seu Rei (Rm11:26). Este tempo se aproxima e aqui faremos um parêntese, uma pausa, para que as profecias messiânicas continuem a se cumprir em Israel e no mundo.
Se realmente cremos que Ele é amor, então, só entenderemos no final e no tempo messiânico o porquê de todo este conflito com Israel através da história humana. Lá saberemos e comprovaremos que realmente a humanidade receberá o melhor Dele, o Seu amor! Ele só ama Israel porque ama todas as nações. Ele quer o melhor para as nações e, por isso, escolheu Israel e seu povo para ser a luz para as nações (Isaias 42:6) através Daquele (O Mashiach) que vêm Dele para reinar sobre toda a terra, estabelecendo o Seu shalom, a Paz!
Yeshua, em sua primeira vinda, falou muito deste Reino de D´us que começa primeiro em nosso coração. Mas em breve ele será real! A terra viverá em paz, Israel florescerá e dará frutos ao mundo. As nações da terra subirão a Jerusalém para adorar o grande Rei. O próprio Yeshua, quando se despediu de seus discípulos num Seder de Pesach (Ceia de Páscoa), disse que desde aquele momento não beberia mais do fruto da videira (vinho, kidush de Pesach) até aquele dia em que conosco beberá de novo, no Reino do Pai (Mt 26:29). Ele mesmo declarou à Jerusalém: “Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: “Baruch há Ba BeShem Adonai” – Bendito o que vem em nome do Senhor! (Mt 23:39)
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2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2020.08.25 00:09 throwawaygobrrr Textão sobre xenofobia e comemoração da independência do Paquistão no Reino Unido

Eu não tenho problema algum com estrangeiros. Não saio falando, nem acredito, que estão roubando os nossos empregos. Sou favorável à imigração facilitada. Agora vem aquela palavra que sempre aparece: mas...
Eu não vejo com bons olhos quem não se integra. Essa pode (e certamente é) uma culpa compartilhada: podem faltar políticas governamentais que facilitam a integração, falta de aceitação por parte da população e uma vontade de buscar conforto e familiaridade tão intensa que leva ao isolamento.
Ainda assim eu imagino que, quando vou para outro país, estou indo morar em uma casa que não é minha. Eu não preciso apagar minha identidade prévia para fazer parte da família, mas eu tenho que aceitar aquele pacto básico já firmado. Só em falar isso já posso ser taxado de xenófobico e confesso que me sinto mal.
Pensem que eu saio de um país em que maconha e homossexualidade são ilegais e vou para a Holanda.
Qual razão eu teria em viver como um revoltado? Quão válido seria querer que respeitem a minha condição de imigrante, quando eu não respeito a existência das pessoas que já estavam alí antes de mim e me isolo delas? Sim, eu teria que fazer um esforço. E se eu não quero concordar nesse nível tão básico, não é como se eu não tivesse opção, eu posso simplesmente não ir, do mesmo jeito que eu não vou ver a copa do mundo no Catar nem vou morar na Rússia.
Fiquei pensando nisso quando eu vi uns vídeos da semana passada em Londres. Comemoração do dia da independência do Paquistão. Tem problema em ficar feliz pelo dia que seu povo ganhou independência? Não. Comemorar energicamente? Já falta um pouco de noção aí. Se eu quisesse ver gente na rua e bandeiras gigantes por esse motivo eu voltava para o meu país e comemorava lá. Ah, e um pequeno detalhe, estamos em pandemia. Estão vendo o desrespeito? Não é como o povo dos EUA lutando por justiça ou o povo da Belarus querendo se livrar do ditador, é uma festa.
Já vi o "mas é a cultura deles" sendo usado para passar pano para muita coisa, mas justifica levantar a bandeira com a lua crescente e a estrela? Tem gente presa demais no discurso de defesa aos oprimidos e está esquecendo que, em nome desse símbolo, países encorajam o conflito armado justificado para limpar o pecado de um lugar, xaria (sem separação entre igreja e estado), machismo, punição por morte, amputação e chibatada.
Aí vêm as comparações bonitas e sofisticadas com o passado, ignorando a vitória que é ver que os países responsáveis por colonizar e forçar o catolicismo hoje são democracias e há uma separação entre Igreja e Estado. Fingir que a intolerância ao intolerante serve só para o nazismo tá deixando o debate da imigração, integração e renúncia de ideias anti-seculares nas mãos da extrema-direita, a xenofóbica, homofóbica e racista de verdade (não aquele seu amiguinho do Twitter que discorda um pouco de você).
Já viram o que aconteceu quando esse povo se apropriou do debate da corrupção, né? Então, quando as pessoas começarem a se indignar e sentirem que eles são os únicos com senso crítico, vamos ver mais e mais espetáculos como o que aconteceu na porta do hospital recentemente. Vai valer tudo para não acontecer aqui o que aconteceu "lá", tudo deu errado, vamos acabar com essa patifaria e essa coisa de anti-discriminação só serviu para apassivar um povo... Estão prontos para as próximas repúblicas de Gilead? É o meu pesadelo, de verdade.
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2020.06.15 22:34 Vl4dimirPudim Fiz uma história por trás da lives com se o Reddit fossem país e as lives um grande evento, dá um bizu aí desculpa pela ma qualidade

Pudinisland é um grande arquipélago paradisíaco de bioma tropical, que aloja 3 grandes principados [United State of Renatinho, United Gnomish Kingdom e Rússia 2].
USR é um estado livre tendo seu príncipe regente André e o primeiro ministro teemo, Ele é situado no Nordeste da ilha principal, muito conhecido pelas praias de surfistas e pelo grande evento de BarryTown. Falando de BarryTown, a maior cidade do arquipélago e capital do USR com quase milhão de habitante #cazum1Milhão, essa cidade se resume a grandes imprensas de coxinhas, pudim e pizzas, Escritórios, Igrejas devotas a KLEBÃO, praia, meninas de anime e muitos bares, tendo o maior centro financeiro do arquipélago, a noite na cidade é bem agitada, sendo basicamente uma cidade 24/7, arranha-céus luminosos, muitas luzes, aí meu deus estou cego, é assim que BarryTown Funciona, porém há festival que é capaz de reunir quase todo mundo, o chamado LIVE festival, celebrando a paz com o Império Gnomistico, onde o próprio príncipe é a atração, todos se reúnem no estádio de eventos chamado Twich, onde as vezes rola um tráfico de doginho, mais é bem animado, e é ao vivo, é só ir lá, é sempre uma locura. Os grandes prédios residenciais são bens comuns afinal são muitas pessoas, tanta tecnologia faz BarryTown ser uma cidade digna de cyberpunk 2077, em suprasumo bela, caótica, cidade luminosa. Outras cidades menores se destacam como Pepinopolis, Teemo city e GodenoTown.
RÚSSIA 2, um país peculiar que é gonvernado pelo Vladimir Pudim [eu mesmos] e também é o maior principado do arquipélago, basicamente agrega toda comunidade eslava de toda a Ilha, como: bebedores de vodka, jogadores de tarkov, o Próprio Nikita criador do tarkov, ex membros da KGB e a galera que escuta hardbass, a antiga capital TARKOV foi citiada e vive até hoje como zona de guerra intensa, a capital atual é Moscow 2, não tem muita coisa interessantes na cidade além do kremilen, mais as vezes todo mundo começa a dança o Hino da União soviética do nada, o meio de transporte mais usado é URSO, e é o país que mais exportar doguinho do arquipélago, muitas pessoas nasceram nesse Belo principado mais a maioria sai do país, fazendo com que eslavo seja a maioria étnica na Ilha. O país é preocupado de mais com questões internas pra ter um inimigo, então ele é aliado de todos os lados, é o principado com mais ogivas nucleares de todos, também é o único a ter ogivas nucleares, possui o maior exército do arquipélago.
UGK é o país dos gnomos, se localiza na região Sul da ilha, onde todos se chamam gnomo, o principado é uma monarquia constitucional onde o príncipe regente é GNOMO, mas quem gonverna é um conselho de gnomos, a capital é Pc do André, a economia do país se resume venda de energia aos principados vizinhos, e imprensa de coxinha ( os gnomos são os principais consumidores de coxinha do Mundo ) e lojas de salto alto. Apesar de muito gostarem da peculiar cutura gnomistica, eles vêm de um passado ruim, fazendo com que os gnomos sejas um pouco autoritários e meios xenofobicos, mas em geral eles estão se esforçando pra viverem em paz com os outros reinos, é um belo país, as praias são mais calmas, e a beleza natural é única, sua capital hoje avança rápido após o pacto de ajuda e não agressão assido por todos os estados. Eles podem ser meio extremista e há muitos ataques não oficiais, principalmente em BarryTown, e muitos odeiam os Barryanos.
Hoje o arquipélago vive passifico ( tirando tarkov ), os princípados possuem tratados de paz, a prosperidade reina em ambos os reinos, e até há uma proposta de uma unificação, mas ainda não muita aceita, porém nem sempre foi assim...
A mais ou menos 37 anos atrás, ocorreu a primeira guerra Gnomistica do arquipélago, onde hove um ataque a um avião comercial vindo de UGK para USR com escala em RÚSSIA 2, o avião tinha a população de ambos os países [ Ricardo milos, Vladimir Putin Fake e gnomos], todos morreram (F). O fato de ninguém saber Quem disparou os mísseis desencadeou muitos desentendimentos entre os princípados, ocasionado um grande ataque Gnomistico, que matou o Líder das Nações Unidas Renatinho (F), Renatinho era muito querido por ambos os princípados, isso faz USR pagar em armas e retalhar o estado dos gnomos, os gnomos eram meio aliados da RÚSSIA 2, porém a RÚSSIA 2 tinha interesse regiões e acaba declarando guerra aos dois estados. Meses de Guerra intenção fez com que a capital TARKOV fosse destruída, Moscow 2 virou a nova capital e Rússia 2 faz aliança com USR, essa aliança faz com que que o Reino Gnomistico fique em ruínas, perdendo a Batalha, não houve vencedores pois todos perderam (F pelos mortos). Um general chamado Vladimir Pudim que lutará na guerra, foi convocado a ser o chefe da nação de RÚSSIA 2 após a morte do antigo Gonvernador, e o foi imposto um consenso no Reino Gnomisticos, assim estabelecendo a paz no arquipélago que perdura até hoje.
Obrigado por ler.
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2020.05.27 14:29 RN118532 Por que o marxismo cultural existe e é o ópio dos evangélicos

Imagino que vocês já devem estar acostumados com esse tipo de post. Estou postando no reddit porque eu honestamente não sei onde mais postar e queria ver se alguém mais está sentindo o mesmo que eu. Nem sei como usar alt, então posto pela minha conta mesmo, que só uso para ver memes e coisas de jogos e séries que gosto e evito discussão política para o bem da minha sanidade.
Eu quero começar dizendo que sou evangélico, creio que a Bíblia é a palavra de Deus e que Jesus ressuscitou no terceiro dia. Para dar uma ideia, eu creio que os credos (Apostólico, Calcedônico, entre outros) são válidos, assim como os Solas da Reforma, apesar de não ser de igreja reformada, e as confissões de fé, como a confissão de fé batista de 1689. Eu faço questão de fazer essa introdução para dizer que sou o que muitos poderiam chamar de “fundamentalista”, mesmo que eu não goste muito do que o termo se tornou, e digo isso porque estou frustrado com a situação da igreja evangélica.
Eu cresci em lar evangélico e sempre tive uma vocação de carreira acadêmica, por isso sou pós-graduado. Achava que ia ser teólogo, mas acabei me formando em economia, o que é quase a mesma coisa. Por isso, desde cedo, estudei bastante teologia e lia muitos teólogos e filósofos conservadores; conhecia a obra de Olavo de Carvalho quando adolescente, acreditava que os não-cristãos esperavam o momento certo para usurpar tudo o que entendemos de civilização; tentei uma vez argumentar sobre marxismo com meu professor de história – mas sem ser maneira, por assim dizer, escrota, ele até que gostou quando eu mostrei uma refutação do marxismo que retirei de um livro de cosmovisão cristã.
Uma das coisas que esses filósofos conservadores de internet conseguem fazer bem é convencer a pessoa de que ele está em um grupo de “nós” contra “eles”, portanto fui exposto a essa retórica de marxismo cultural (nota: meus pais não têm nada a ver com isso, eu achei tudo sozinho, meu pai pode ser bolsonarista, mas ele nunca fez questão de falar nada disso comigo). Eu era bastante conservador no ensino médio, só que não demonstrava.
Continuei conservador quando fui para a faculdade, fazer economia, uma das disciplinas mais conservadoras que existem. Fui austríaco por um bom tempo, até ancap, mas deixei os ancap porque eles são insanos, mas continuei um austríaco mais moderado. Eu sei que existem diferenças fundamentais entre liberais e conservadores, mas a grande maioria deles no Brasil votam nas mesmas coisas, então é comum ver os dois juntos. Eu fui parando de acreditar que as doutrinas liberais de mercado livre são as melhores porque eu passei a ver as contradições e decidi que eles não estavam corretas, mas isso não vem ao caso neste post.
Eu quero dizer que se houver uma ditadura bolsonarista no Brasil, a igreja evangélica vai ser um dos seus principais pilares por causa da retórica do marxismo cultural. Essa retórica é como se fosse crack – o ópio dos cristãos, porque cria um inimigo conveniente demais aos cristãos, incluindo os evangélicos.
Mas você pode argumentar que “marxismo cultural” não existe, é uma invenção, é uma interpretação errada. Como todo o respeito, DÁ PARA FICAR QUIETO! O marxismo cultural existe na cabeça de milhões, dezenas de milhões de pessoa! Não importa se você acha que ele não existe, porque se ele não existisse, nós teríamos que criar ele e, notícia de última hora, ele já foi criado pelo Olavo de Carvalho e dos autores americanos que ele imita. Para os mais estudados, é um efeito performativo. Eu já vi até retiros espirituais cujo tema era estratégias de luta contra o marxismo cultural. Por exemplo, muitos cristãos ficam com medo de sair na rua em dia de Parada Gay, nesses cultos de domingo a igrejas têm lugares vagos, para ver o quanto essa retórica influencia.
A questão é que o marxismo cultural influencia tanta gente. Eles acreditam que a família está sobre ataque, que nas faculdades se ensina o ódio ao cristianismo e a tudo que ele representa, que eles querem forçar as igrejas evangélicas a fazerem casamentos gays. Não somente isso, mas essa atitude também está por trás do aumento da criminalidade (porque a desestruturação social causada pela mudança de estrutura de produção não vem ao caso). Não podem acreditar que é algo decentralizado, então eles acreditam que deve haver um grupo secreto que está construindo a Nova Ordem Mundial, controlado por satanás, que está usando tudo para fazer com que isso ocorra.
Por isso que o Bolsonaro é um herói para eles. Ele vai guiar o povo brasileiro na luta contra essas forças do mal, com disciplina militar. Eles acreditam que o crescimento evangélico ocorreu por causa das condições criadas pela ditadura militar e parecem achar que se houver uma nova talvez possa crescer ainda mais.
Mas, não, a esquerda quer destruir o mundo por motivo nenhum, a não ser por causa da maldade do coração deles. O que o pessoal do “marxismo cultural não existe” parece não perceber é que, quando você tem um inimigo poderoso demais, o vale-tudo impera. Na faculdade estudei incentivos. Se os protestos contra a quarentena fossem só protestos, seria menos ruim. Mas quantas vezes nós vimos buzinaço na frente de hospitais, ataques a profissionais da saúde, aquele acampamento até com armas? Eles dizem que é para se defender, mas defender de quem? Desses “marxistas culturais” é claro.
Contra um inimigo tão poderoso, o caráter se torna prescindível. Truculência é justificada por valores superiores, como os da família. Numa crítica à apatia da igreja, um pastor falou num culto que eu estava: como é que um país com 30% de evangélicos tem 60 mil assassinatos por ano? Com a presença da retórica do marxismo cultural você não precisa fazer essa pergunta. Essa é também a estratégia para ignorar os problemas sociais, jogando o fardo pra cima da pessoa e é no fundo dizer “não é problema meu” – como disse Caim, “sou eu guardador do meu irmão?”
Um dos fatores que me fez abandonar o conservadorismo, além da esterilidade, foi que não existe autocrítica – olhe o Bolsonaro, quando ele é encurralado, ele dobra no que ele fala porque a cada desculpa que ele pede, ele perde 50 mil eleitores. Eles amam a arrogância do Bolsonaro porque o conservadorismo tornou a arrogância em uma virtude, humildade é bom nos outros. Com isso, eles elegem líderes que parecem consigo mesmos, pois eles não podem admitir que a esquerda pode não estar nem completamente errada. O marxismo cultural se torna o bode expiatório perfeito, porque a fonte de virtude é a luta contra essa ideologia demoníaca ao invés de procurar melhorar a si mesmos.
Em muitas igrejas, os pastores reclamam nos cultos que muitos jovens abandonam a fé quando vão para a faculdade, e novamente atribuem a essa influência demoníaca. Parece que não passa pela cabeça deles que eles demonizaram os não-cristãos por anos e, quando eles começaram a ver como os outros pensam, viram que não é bem assim. A mesma coisa com a mídia, a maioria esmagadora dos filmes cristãos são lixo, só server para passar a mão na cabeça do crente, mas é a única representação que a comunidade evangélica tem de si.
No fim, eu tenho que admitir que muitos evangélicos que se identificam com ideias de esquerda ou que não seguem a cartilha à risca (para incluir alguns cristãos de direita que percebem os problemas dessa abordagem) são desprezados. Eu fui quando tentei falar disso, um ex-pastor meu começou a me ignorar e a falar de Cuba aquilo, Cuba isso, como se meus doze anos estudando economia não valessem nada. Uma das razões pelas quais eu entrei pro curso de economia era que eu queria produzir algo voltado para Deus, discutir questões econômicas e religiosas, para contribuir para a igreja. Mas, hoje, eu sinto que a igreja quer ouvir coisas que a agrade, que siga a cartilha da retórica do marxismo cultural, e eu não posso produzir isso sem peso na consciência. Hoje em dia eu tento ser pluralista, não sou um economista ortodoxo (provavelmente nem sou economista), tento ler intelectuais sérios de direita como Charles Taylor e Russel Kirk (quem diria que é possível criar uma ideologia conservadora sem marxismo cultural?), mas ainda fica aquele desgosto. Tipo quando vejo o Emir Sader ou qualquer que seja o filósofo cabelo arco-íris de twitter falando besteira, eu posso rir deles de quão errados eles estão (eu tenho Tumblr, eu sei que essa corja existe), mas quando vejo o Olavo e seus asseclas só fico frustrado. Eles não conseguem entender que essas ideologias de esquerda existem porque, como disse um cardeal, a igreja fracassou.
Vejam os resultados: no tratamento da pandemia, enquanto que os países que confiaram em cientistas já estão abrindo, os países com governos de direita são os que mais se atrasam – Rússia (suicidaram médicos que tentavam falar do problema), EUA (passando dos 100 mil mortos), Hungria (ditadura praticamente proclamada – porém eu vi que o judiciário ainda está lutando contra), e agora Brasil com uma pessoa sem caráter nenhum no poder, igualmente cercada de outras pessoas sem caráter nenhum, e essa falta de caráter não é problema para a igreja evangélica e outros conservadores. É como se o coração deles tivesse endurecido e, se vocês se lembram da história de Moisés e faraó, vocês sabem o que acontecem quando isso ocorre.
E depois, quando você aponta isso, eles falam “ah, mas a esquerda faz isso e isso”. Dá para perguntar porque eles têm tanta inveja dessa capacidade da esquerda de sair impune? Sou um esquerdista horroroso, a saber. A teologia da libertação, por exemplo, nem sei se acredita em Deus, me parece uma série de comentários seculares com roupagem religiosa, enquanto que a teologia liberal definitivamente não crê em Deus – Bultmann acreditava em um troço, mas até o monstro espaguete voador é um deus mais interessante do que qualquer coisa que Bultmann acreditava. Posso falar sobre outros assuntos que toquei nesse post, mas me foquei nesse. Enquanto isso, quem dera se o problema fosse apatia.
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2020.03.27 14:46 tatubolinha2000 Mantenha-se informado 27/03

📰 JRMUNEWS 🗞 Ano 2 – Nº 404 🗺 Notícias do Brasil e do Mundo 🗓 Sexta-Feira, 27 de março de 2020 ⏳ 87º dia do ano no calendário gregoriano 🌘 Lua Crescente 6% visível
💭 Frase do dia: Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. - Roberto Shinyashiki
Hoje é dia... 🔹 do Artista Circense 🔹 do Ator 🔹 do Cinema Gaúcho 🔹 do Circo 🔹 da Inclusão Digital 🔹 do Serviço de Saúde 🔹 do Teatro
😇 Santo do dia: 🔹 São Ruperto
🎂 Municípios aniversariantes: Fonte: IBGE • Bento de Abreu-SP • Caldas-MG • Choró-CE • Fortim-CE • Itaitinga-CE • Itirapuã-SP • Magalhães Barata-PA • Mairiporã-SP • Ouriçangas-BA • Presidente Epitácio-SP • São Geraldo-MG • União da Vitória-PR
🇧🇷 BRASIL 🇧🇷 ✍ Presidente Bolsonaro voltou a minimizar epidemia e diz que brasileiro pula no esgoto e não pega nada ✍ Governo proíbe por 30 dias desembarque de estrangeiros em portos ✍ "O presidente sou eu", diz Bolsonaro após fala de Mourão sobre isolamento ✍ Decreto de Bolsonaro autoriza abertura de templos religiosos ✍ Ex-chefe da Casa Militar de Dilma assumirá Estado-Maior do Exército ✍ Governo zera imposto de importação de medicamentos contra a covid-19 ✍ Governo prepara decreto para prefeituras sobre transporte de cargas ✍ Teste de coronavírus de ministro Paulo Guedes deu negativo ✍ Filhos de Bolsonaro atuam em gabinete paralelo para reverter desgaste ✒ Câmara aprova auxílio de R$ 600 por mês para trabalhador informal ⚖ PGR quer que R$ 51 milhões atribuídos a Geddel vão para covid-19 ⚖ CNT vai ao STF para impedir fechamento de divisas estaduais ⚖ Justiça anula decisão que impedia entrada de estrangeiros em Fortaleza-CE ⚖ Defensoria Pública de SP entra com liminar em favor de idosos presos ⚖ STJ autoriza prisão domiciliar para quem deve pensão alimentícia ⚖ Justiça Federal no RJ bloqueia bens de 26 réus da Operação Furna da Onça a pedido do MPF ⚖ STF suspende trecho da MP de Bolsonaro da Lei de Acesso à Informação ⚖ Ministro do STF, Marco Aurélio nega suspender mudanças na lei trabalhista ⚖ Juíza manda Cunha para prisão domiciliar por causa da Covid-19 📌 Universidades e sociedade civil se juntam para produzir máscaras ☔ Inundação em Santana do Ipanema-AL causa danos em mais de 100 moradias ❄ Rio de Janeiro tem menor temperatura do ano pelo segundo dia consecutivo, diz Inmet 📍 Doria pede que igrejas façam missas e cultos virtuais após Bolsonaro incluir atividades religiosas como serviço essencial 📍 Supermercado em São Gonçalo-RJ verifica temperatura de clientes na porta para evitar contágio de coronavírus 📍 Tráfico e milícia ordenam toque de recolher em favelas do Rio 📍 Indígenas bloqueiam aldeias de SP para se protegerem do vírus 🚑 Criança de 5 anos é resgatada dois dias depois de ser picada por cobra jararaca em aldeia de Cruzeiro do Sul-AC 🚓 Dupla é detida em SP por incitar população a voltar às ruas 🚓 Polícia apreende álcool gel que era produzido em fábrica clandestina em Mesquita-RJ 🚓 Dois são presos por roubo de doses de vacina contra a gripe em Embu das Artes-SP 🚓 Corretor de São Gonçalo-RJ conta que bala perdida atingiu celular que estava na cama enquanto dormia 🚓 Assaltante é morto após tentar roubar mulher em posto de vacinação no Rio 🚓 Polícia prende em São Paulo suspeito de realizar mega-assalto no Paraguai 🚓 Francês é assassinado a tiros no Sítio Histórico de Olinda-PE
🌎 INTERNACIONAL 🌍 🇺🇸 Em carta, presidente Trump pede para americanos ficarem em casa por coronavírus 🇬🇧 Tossir em policiais e lojistas britânicos pode dar cadeia de até 2 anos 🇬🇧 Príncipe Charles, de 71 anos, está infectado com o coronavírus 🇺🇳 OMS reforça proposta de isolamento social contra coronavírus 🇻🇦 Papa Francisco tem teste com resultado negativo para coronavírus, diz imprensa 🇵🇾 Exército do Paraguai coloca arame farpado na fronteira com o Brasil 🇮🇱 Opositor Benny Gantz é eleito presidente do Parlamento de Israel 🇻🇪 EUA acusam formalmente Maduro de 'narcoterrorismo' e oferecem recompensa 🇺🇸 Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA disparam com pandemia 🇨🇳 China suspende entrada de estrangeiros devido ao coronavírus 🇪🇺 União Europeia celebra 25 anos de livre circulação com fronteiras fechadas 🇺🇾 Uruguai prepara medidas para evitar desabastecimento
🖤 MORTES 🖤 ✝ Naomi Munakata, maestrina titular do Coral Paulistano, por coronavírus, em SP, aos 64 anos ✝ Mark Blum, ator de 'You', por complicações causadas pelo coronavírus, aos 69 anos ✝ Marianne Ebert, atriz de 'Barriga de Aluguel' e 'Sonho Meu', de câncer, aos 51 anos ✝ Martinho Lutero Galati de Oliveira, maestro, após contrair coronavírus em SP, aos 66 anos ✝ Zoca, irmão mais novo de Pelé, de câncer de próstata, na cidade de Santos, aos 77 anos ✝ Michel Hidalgo, técnico campeão da Euro 84 pela França, de causas naturais, aos 87 anos
🧫 CORONAVÍRUS (Covid-19) 😷 😷 Brasil registra 77 mortes; casos são quase 3 mil; Perfil das vítimas: homem, com mais de 60 anos e problemas no coração 😷 Mundo tem 100 mil novos casos em 2 dias, e total passa de meio milhão 😷 EUA passam a China e se tornam o novo epicentro da epidemia com mais casos confirmados no mundo, 82 mil 😷 Espanha supera os 4 mil mortos 😷 Itália tem mais de 8 mil mortes desde o início do surto 😷 Com 500 mil testes por semana, Alemanha tem uma das menores taxas de letalidade na Europa 😷 África do Sul sobe para 927 casos antes do recolher obrigatório 😷 França registra 365 mortes por coronavírus em 24 horas 😷 China registra 54 casos importados, e país se isola 😷 Morte de jovem de 21 anos saudável acende alerta no Reino Unido 😷 Garota de 16 anos sem histórico de doenças morre na França 😷 Rede de contágio: uma pessoa infectada pode transmitir para até 3 😷 Perda de olfato pode indicar infecção pelo novo coronavírus
💰 ECONOMIA 💲 💰 Ibovespa sobe pelo 3º pregão consecutivo e acumula alta de 22%; dólar fecha abaixo de R$ 5,00 💰 G20 injeta US$ 5 trilhões na economia para conter coronavírus 💰 Liquigás reforça higiene e mantém entrega de gás de cozinha 💰 Presidente do BC diz que atual patamar da Selic é apropriado 💰 Crise no setor de petróleo pode ser a pior em 100 anos, diz executivo 💰 Mais de 7,5 milhões de contribuintes entregaram declaração do IR 💲 Custo da construção sobe 0,38% em março, diz FGV 💲 Agricultura prorroga validade de declaração do pequeno produtor 💲 Caixa corta juros do cheque especial e do cartão para 2,9% ao mês 💲 Bolsas dos EUA avançam e têm 3º dia consecutivo de ganhos 💲 Petróleo despenca após G-20 ignorar guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia 💲 Escassez de produtos frescos deve afetar Europa em meio a paralisações por coronavírus 💲 Iata projeta queda de 40% em receita do setor aéreo no Brasil em 2020 💲 Oi tem prejuízo de R$ 2,3 bilhões no 4° trimestre 📊 Indicadores: 🏦 Ibovespa 77709 pontos 📈 💵 Dólar Canadá R$ 3,555 📈 💵 Dólar Comercial R$ 4,997 📉 💵 Dólar Turismo R$ 4,80📉 💶 Euro R$ 5,524 📈 💷 Libra R$ 6,077 📈 💸 Bitcoin R$ 33.461,21📈 💸 Bitcoin Cash R$ 1.135,04📈 💸 XRP R$ 0,86📈 🔶 Ouro (g) R$ 262,82 📉 ⚪ Prata (g) R$ 2,3226 📉 💰 Poupança 0,245% a.m. 💰 Selic 3,75% a.a. 💰 CDI 3,65% a.a. 💰 IPCA a.m. fev/20 0,25% 💰 IPCA a.a. 2020 0,4605% 💰 IPCA acum. 12m 4,0049% ⛽ Petróleo Brent (barril) US$ 26.960 📉 ⛏ Minério de Ferro 62% US$ 88,77 📉 🐂 Boi (@) R$ 201,85 📈 ☕ Café (sc) R$ 582,00 📉 🌽 Milho (sc) R$ 59,21 📉 🥚 Ovos (30 dz) R$ 102,16 ↔ 🥜 Soja (sc) R$ 98,55 📉
🔬 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SAÚDE 💓 💓 Projeto que taxa grandes fortunas destina recursos para a saúde 💓 Produtores de cachaça vão doar 70 mil de litros de álcool ao SUS 💓 Obras de hospital do Pacaembu em SP ganham divisórias para 200 leitos 💓 Ministério da Saúde lança serviço no celular para tirar dúvidas sobre o novo coronavírus 💓 Hospital das Clínicas de SP libera 900 leitos para casos de coronavírus 🖱 Vendas globais de smartphones têm queda de 14% em fevereiro, mostra pesquisa 🖱 YouTube retira 14 vídeos com falsos tratamentos médicos contra a Covid-19 🖱 Spotify fará doação milionária para ajudar indústria da música
🏆 ESPORTES 🏆 ☑ Amandinha, jogadora da seleção brasileira de futsal é eleita a melhor do mundo pela sexta vez ☑ Lutador Jon Jones é preso por dirigir bêbado, sem documento e com arma de fogo ☑ Maracanã transforma-se em hospital de campanha no RJ ☑ Após encontro com príncipe Charles, lutador Anthony Joshua se isola em casa
🎭 ARTE & FAMA 🌟 🎙 Emicida refaz voo de 'Passarinhos' em remix com banda chilena Moral Distraída 🎙 Péricles se junta ao rapper Fábio Brazza no single 'Só uma noite' 🌟 Mariana Ferrão contrai coronavírus e deixa vizinhos em pânico 📺 Netflix renova reality shows, incluindo 'Love is Blind' e 'The Circle' 📺 Band sai do ar em todo o Brasil e volta uma hora depois 📺 Audiência da Globo dispara, ibope é maior do que todas as emissoras somadas 📺 Gizelly é a décima líder do BBB 20; Gabi e Mari estão no paredão 🎞 Filme narrado por Meghan será lançado em 3 de abril, anuncia Disney
🔎 #FAKENEWS: Não é verdade que Presidente da China, Xi Jinping, faz discurso falando em nova era, exército e guerra inevitável. Fonte: Boatos..org
🛳 TURISMO ✈ 🎒 Conheça Entre Rios-MG: Integrante do Circuito Trilha dos Inconfidentes - juntamente com outros 20 municípios da região – Entre Rios reúne e oferece encantos típicos de Minas. Entre eles estão a boa mesa, as cachoeiras, o artesanato, a tranquilidade. Nas ruas calmas da cidade estão casarões e prédios centenários como a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Brotas, de influência neogótica; e o prédio do Hospital Cassiano Campolina, onde lindas pinturas se sobressaem na edificação de linhas neoclássicas. Lá dentro fica a capela de Nossa Senhora das Dores, que vale a visita ao hospital. Já na zona rural os destaques são as fazendas coloniais. A mais imponente é a Olhos d’Água, que abriga uma capela da primeira fase da arte colonial mineira; as ruínas de uma Casa de Pedra e várias cachoeiras como a dos Coqueiros e a do Gordo, perfeitas para banhos nos meses de verão. E por falar em zona rural, a cidade ficou conhecida pela criação e seleção dos cavalos da raça Campolina. Não por acaso, as cavalgadas em meio a trilhas são umas das atividades imperdíveis por lá. Para ver a cidade colorida e animada, visite Entre Rios em julho. No mês das férias acontece a tradicional Festa da Colheita, com exposição de animais, rodeios, shows, barraquinhas e desfile de carros de boi enfeitados. Já em agosto é a vez da Festa de Nossa Senhora de Brotas, com procissões e missas. Voltar de Minas de malas vazias é impossível. Em Entre Rios, as lembrancinhas artesanais são variadas: tem cachaça, licor, doce caseiro de frutas da terra, cestaria, tear, cachepô em palha de milho, bordados. Fonte: Férias Brasil
📚 FIQUE SABENDO... ...Por que as pessoas sentem tanto frio nos pés e nas mãos? ⁉ Sente-se mais frio nas extremidades do corpo porque a circulação periférica é menor do que a do centro do corpo. O sangue, como uma forma de defesa, corre mais intensamente perto dos órgãos vitais, como o coração. Fonte: O Guia dos Curiosos
📖 BÍBLIA: Ó povo de Sião, alegre-se e regozije-se no Senhor, o seu Deus, pois ele dá a vocês as chuvas de outono, conforme a sua justiça. Ele envia a vocês muitas chuvas, as de outono e as de primavera, como antes fazia. Joel 2:23 🙏
Que seu dia seja como a vontade de DEUS: bom, perfeito e agradável!! 🥖
By JRMUNEWS 🐞 🗺 Pariquera-Açu-SP 📝 Fazendo diferente e a diferença
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2020.03.26 12:54 KNWRV Quando for dormir

[Então,galerinha, eu fiz esse conto tem um tempinho e eu gostaria de um feedback, grato já pela atenção]
Dormimos para acordar, mas o sonho é irmão da morte carregando-nos inconscientes para as danças catatónicas dos pesadelos até que, então, nós não acordamos mais.
Filipinas, abril de 1867. Um camponês de trinta e três anos, cansado do dia de trabalho árduo, fala para sua mulher que já iria para a cama, despede-se do filho, beija sua mulher e caminha para o reino de Morpheus. A pele amarela do homem está marcada por enormes bolhas de suor, devido aos movimentos incessantes na cama, suas unhas estão cravadas no tecido da cama, a respiração é ofegante. De repente um grito seco ressoa pela casa, a mulher e o filho correm para o quarto, o camponês está morto. Sua morte passou despercebida, somente o vilarejo perto da casa onde morava ficou sabendo; os moradores indicaram rapidamente a causa: foi o Bagungot, uma criatura que espreita os sonhos dos homens, ela aparece em múltiplas lendas ao redor do mundo: a cristandade falava de Íncubos e Súcubos; os japoneses se referiam ao Pokkuri, na Tailândia, os mitos falam de de Phi Am.
Morrer no sonho é um caldeirão da mistura dos medos humanos, morrer sem resistir, sem poder escapar, sem saber porquê. A aflição se tornou então submissa a ritmos anciões e sonetos sagrados, encontrados nas artes e literatura, marcadas por números degraus de mitologia, folclore e imaginação diante das criaturas da noite, conhecimento e superstição se misturam, mas tudo aponta para a mesma coisa: tema os seus pesadelos. Encoberto no manto do mistério e pavor, esse fenômeno ganhou muitos nomes e muitos acrônimos.
França, agosto de 1917. Era o dia mais feliz de Eveline, o casamento que tanto esperara enfim iria acontecer. A igreja está em silêncio, senão pela marcha nupcial; no topo do altar o padre pergunta: "Eveline, você aceita Pierre como seu legítimo esposo"? Eveline não responde, seu corpo cai do alta. Ela dorme. Na Suíça, nem mesmo as dores do parto fazem uma mãe acordar. O mundo se viu diante de uma epidemia de "Doença do sono", os médicos chamavam de encefalite letárgica. A ciência então sistematizou, caracterizou e dissertou sobre o caso enumerando vários fatos e razões para o acontecimento: algumas pessoas eventualmente acordaram novamente- essas pode-se dizer que tiveram mais sorte do que as cem milhões que morreram no sono- elas relatavam que viam uma imagem negra, como uma sombra, rodopiando ao redor, rindo, dançando, como se aquilo fosse a maior das alegrias. Os cientistas caracterizaram isso como mera alucinação. A ciência é um devaneio que nós construímos, justificando com a razão e observação, na realidade, ela não passa de somente mais uma forma de se enxergar o mundo, uma forma que constantemente é posta à prova para ser dita certa. Curiosamente, esse é o grande paradoxo da ciência: ela só pode estar certa, quando for possível ela estar errada. Mas do que se chama aquilo que não pode ser posto à prova? Aquilo que não é mito, nem lenda? Aquilo que somente é, acontece subitamente sem explicação, sem qualquer motivo; costumo dizer que esse absurdo se chama existência.
Estados Unidos, julho de 1959. Veteranos da Guerra da Coreia, subitamente começam a relatar casos de insônia e estresse; um homem, refugiado do Laos, de 33 anos, saudável sem doenças crônicas ou genéticas, grita durante o sono. Ele é encontrado morto no dia seguinte, o grito se espalha por todos que vivem perto, a pequena comunidade de refugiados é dizimada, ao passar de dois meses cada um desde os mais novos aos mais velhos, vão subitamente morrendo em seus sonhos. Os médicos não encontram um motivo claro, a hipótese seria de um gene que ocasionou complicações cardiológicas e a morte era súbita. Mas nenhuma das pessoas que morreu apresentava caso ou histórico de doenças cardíacas, mas isso era o melhor que a medicina podia prever no momento.
Estados Unidos, março de 1964. Randy Gardner se dispõe a participar de um experimento sobre o sono, ficando onze dias e vinte e cinco minutos acordado. Monitorado por uma equipe médica, os seus sinais vitais se mantêm estáveis nos dois primeiros dias. No terceiro dia, Randy apresenta mudanças de humor. No quarto, o garoto afirma que estava sendo vigiado por uma sombra voadora. No quinto, o médico de tratava de Randy, faz uma visita para verificar os seus sinais vitais, Randy grita em pânico, ele acha que trouxeram um coveiro para o enterrar. No sexto dia, Randy se recusa a comer, aranhas estão em sua sopa, subindo pelo seu corpo até seus olhos. No sétimo, Randy afirma que era um famoso jogador de futebol americano. No oitavo, Randy disse que caminhava por uma floresta escura com árvores sem folhas; Randy nunca saiu do quarto de teste, durante a experiência. No nono dia, a sombra que lhe perseguia volta. No décimo, apesar da sala estar em completo silencia, Randy diz que as pessoas comentam sobre ele no rádio, falando mal de sua aparência. No dia onze, Randy senta no canto da sala, completamente calado, até que solta um enorme grito e cai no sono. O jovem dorme durante quinze horas, ao acordar ele não se lembra de nada dos últimos onze dias. Desde então Randy sofre de insônia, porque toda a vez que ele dorme, ele sonha com um quarto todo branco com uma sombra flutuando no lugar vazio.
Inglaterra, dezembro de 1976. Mary têm catorze anos, ela dormia tranquila, quando subitamente acorda, ela vê uma figura de rosto branco e sorriso vermelho sobre seu corpo, com uma faca na mão. Ela tenta se mexer, mas o corpo permanece parado, a figura diante de si, ri. Mary grita desesperadamente, seus pais vão até seu quarto, só havia a garota em sua cama. Mary conta tudo que aconteceu, sua mãe a leva para uma psicóloga. Mary é diagnosticado com psicose. Mary afirma que quando dormia, ela ouvia uma voz que ria.
México, outubro de 1989. Alejandro, depois de uma festa marcada pelo uso de drogas e muito sexo, anda bêbado pelas ruas da Cidade do México. Mendigos contam para as autoridades que ele tropeçou perto de uma parede e caiu no sono. O corpo do homem se contorcia e se dobrava de formas nunca antes vistas, quando o sol nascia Alejandro se levanta e caminha até a borda da pista. Ele se joga na direção do primeiro carro que passa. As testemunhas afirmam que ele estava de olhos fechado.
Brasil, maio de 1996. Gustavo toda a vez que vai dormir, ouve um sussurro que, às vezes, diz "boa noite" e outras vezes "deixe-me dormir com você". Um dia ele acorda às três horas da manhã, ele vê uma sombra que veste um manto sentada em sua cama, ela diz: "deixe-me dormir com você". Naquele momento, a voz conseguiu o que queria. Gustavo é encontrado, às nove horas da manhã pela diarista, sua morte não tem motivo aparente. Os médicos afirmam ser possível um infarto ou algum acidente vascular na região do encéfalo, mas nenhum exame confirmou qualquer teoria, até hoje.
Rússia, setembro de 2007. Uma creepypasta se torna popular na internet. Durante a segunda guerra mundial, foram postos diversos pacientes num experimento de privação de sono. Em uma base secreta bem resguardada, um grupo de pesquisa conduziu um experimento cruel com cinco prisioneiros da Gulag, os campos de trabalho forçado. Aos participantes foi prometida liberdade caso sobrevivessem a 30 dias em uma câmara cheia de gás psicotrópico sem dormir durante todo o período. No decorrer de cinco dias, a situação saiu de controle – os sujeitos bloquearam o canal de observação e surtaram, entre gritos e gemidos, nada se via, somente se ouvia o pavor. Depois, ficaram em silêncio completo por dias e, quando os cientistas adentraram a câmara, viram o inimaginável: eles haviam arrancado a maior parte da pele de seus corpos, e sangue cobria todo o chão. De alguma forma, os prisioneiros mutilados permaneceram vivos e imploravam para que o gás estimulante fosse novamente ligado; eles gritavam que "deviam ficar acordados". Quando o grupo tentou imobilizá-los, eles demonstraram uma força surpreendente, e até mataram alguns dos soldados que estavam ajudando os cientistas. Com o tempo, as cobaias se acalmaram. Um deles, instruído a dormir, morreu imediatamente depois de fechar os olhos. O resto veio a óbito enquanto tentava fugir. Antes de filmar o último participante, um pesquisador gritou: "O que é você?!". E o corpo mutilado, coberto de sangue, respondeu com um sorriso aterrorizante: "Somos você. Somos a loucura que se esconde dentro de todos vocês, implorando para ser libertada a qualquer momento de sua mente animal mais profunda. Nós somos o que você esconde em suas camas todas as noites. Nós somos o que você esconde em silêncio e paralisia quando vai para o refúgio noturno onde nós não podemos pisar". Assim que o homem terminou a frase, o pesquisador deu um tiro em sua cabeça.
A história é obviamente mentira, apenas mais uma desses contos de terror espalhados pela internet. Mas toda história tem um fundo de verdade. Sobre esse evento a grande questão que paira no ar é: em que ponto começa a mentira?
Espanha, 7 de agosto de 2016. Eu e minha mulher vamos à escola de nosso filho, ele havia se envolvido em uma briga escolar. A diretora nos afirma que ele está tendo um comportamento violento e mudanças de humor repentinas, além de se encontrado bebendo café constantemente. Levamos o garoto para casa, onde perguntamos o que está acontecendo, ele disse que não conseguia dormir, pergunto-lhe porquê, ele respondeu que tinha medo que uma sombra lhe pegasse enquanto dormia. Minha mulher interpreta isso como apenas um pesadelo. Decidimos ficar acordados, todos os três naquela noite, sentamos no sofá enquanto vemos um filme de super-herói. Na metade do filme, meu filho, cai no sono, eu o carrego em meus braços para seu quarto e o deito na cama. Minha mulher e eu nos recolhemos. No quarto, prestes a dormir, nós ouvimos um grito vindo do quarto de nosso filho, corremos para lá: ele é encontrado morto. Morte por Pesadelo.
Espanha, hoje, 14 de agosto de 2016. Eu não durmo há sete dias, durante esse período recolhi todas as informações que podia sobre esse fenômeno conhecido como sono, selecionei os eventos mais importantes para esse relato. O corpo de minha mulher começa a feder no canto da sala, deve estar iniciando o processo de putrefação, ela não entendia a importância em não dormir para se fazer o que se deve. A sombra que eles falavam eu já vejo há três dias, ela não parece mais tão aterrorizadora, em alguns momentos ela sorri e em outros ela até me abraça.
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2020.03.25 21:01 KNWRV O que nos espreita quando dormimos

Dormimos para acordar, mas o sonho é irmão da morte carregando-nos inconscientes para as danças catatónicas dos pesadelos até que, então, nós não acordamos mais.
Filipinas, abril de 1867. Um camponês de trinta e três anos, cansado do dia de trabalho árduo, fala para sua mulher que já iria para a cama, despede-se do filho, beija sua mulher e caminha para o reino de Morpheus. A pele amarela do homem está marcada por enormes bolhas de suor, devido aos movimentos incessantes na cama, suas unhas estão cravadas no tecido da cama, a respiração é ofegante. De repente um grito seco ressoa pela casa, a mulher e o filho correm para o quarto, o camponês está morto. Sua morte passou despercebida, somente o vilarejo perto da casa onde morava ficou sabendo; os moradores indicaram rapidamente a causa: foi o Bagungot, uma criatura que espreita os sonhos dos homens, ela aparece em múltiplas lendas ao redor do mundo: a cristandade falava de Íncubos e Súcubos; os japoneses se referiam ao Pokkuri, na Tailândia, os mitos falam de de Phi Am.
Morrer no sonho é um caldeirão da mistura dos medos humanos, morrer sem resistir, sem poder escapar, sem saber porquê. A aflição se tornou então submissa a ritmos anciões e sonetos sagrados, encontrados nas artes e literatura, marcadas por números degraus de mitologia, folclore e imaginação diante das criaturas da noite, conhecimento e superstição se misturam, mas tudo aponta para a mesma coisa: tema os seus pesadelos. Encoberto no manto do mistério e pavor, esse fenômeno ganhou muitos nomes e muitos acrônimos.
França, agosto de 1917. Era o dia mais feliz de Eveline, o casamento que tanto esperara enfim iria acontecer. A igreja está em silêncio, senão pela marcha nupcial; no topo do altar o padre pergunta: “Eveline, você aceita Pierre como seu legítimo esposo”? Eveline não responde, seu corpo cai do alta. Ela dorme. Na Suíça, nem mesmo as dores do parto fazem uma mãe acordar. O mundo se viu diante de uma epidemia de “Doença do sono”, os médicos chamavam de encefalite letárgica. A ciência então sistematizou, caracterizou e dissertou sobre o caso enumerando vários fatos e razões para o acontecimento: algumas pessoas eventualmente acordaram novamente- essas pode-se dizer que tiveram mais sorte do que as cem milhões que morreram no sono- elas relatavam que viam uma imagem negra, como uma sombra, rodopiando ao redor, rindo, dançando, como se aquilo fosse a maior das alegrias. Os cientistas caracterizaram isso como mera alucinação.
A ciência é um devaneio que nós construímos, justificando com a razão e observação, na realidade, ela não passa de somente mais uma forma de se enxergar o mundo, uma forma que constantemente é posta à prova para ser dita certa. Curiosamente, esse é o grande paradoxo da ciência: ela só pode estar certa, quando for possível ela estar errada. Mas do que se chama aquilo que não pode ser posto à prova? Aquilo que não é mito, nem lenda? Aquilo que somente é, acontece subitamente sem explicação, sem qualquer motivo; costumo dizer que esse absurdo se chama existência.
Estados Unidos, julho de 1959. Veteranos da Guerra da Coreia, subitamente começam a relatar casos de insônia e estresse; um homem, refugiado do Laos, de 33 anos, saudável sem doenças crônicas ou genéticas, grita durante o sono. Ele é encontrado morto no dia seguinte, o grito se espalha por todos que vivem perto, a pequena comunidade de refugiados é dizimada, ao passar de dois meses cada um desde os mais novos aos mais velhos, vão subitamente morrendo em seus sonhos. Os médicos não encontram um motivo claro, a hipótese seria de um gene que ocasionou complicações cardiológicas e a morte era súbita. Mas nenhuma das pessoas que morreu apresentava caso ou histórico de doenças cardíacas, mas isso era o melhor que a medicina podia prever no momento.
Estados Unidos, março de 1964. Randy Gardner se dispõe a participar de um experimento sobre o sono, ficando onze dias e vinte e cinco minutos acordado. Monitorado por uma equipe médica, os seus sinais vitais se mantêm estáveis nos dois primeiros dias. No terceiro dia, Randy apresenta mudanças de humor. No quarto, o garoto afirma que estava sendo vigiado por uma sombra voadora. No quinto, o médico de tratava de Randy, faz uma visita para verificar os seus sinais vitais, Randy grita em pânico, ele acha que trouxeram um coveiro para o enterrar. No sexto dia, Randy se recusa a comer, aranhas estão em sua sopa, subindo pelo seu corpo até seus olhos. No sétimo, Randy afirma que era um famoso jogador de futebol americano. No oitavo, Randy disse que caminhava por uma floresta escura com árvores sem folhas; Randy nunca saiu do quarto de teste, durante a experiência. No nono dia, a sombra que lhe perseguia volta. No décimo, apesar da sala estar em completo silencia, Randy diz que as pessoas comentam sobre ele no rádio, falando mal de sua aparência. No dia onze, Randy senta no canto da sala, completamente calado, até que solta um enorme grito e cai no sono. O jovem dorme durante quinze horas, ao acordar ele não se lembra de nada dos últimos onze dias. Desde então Randy sofre de insônia, porque toda a vez que ele dorme, ele sonha com um quarto todo branco com uma sombra flutuando no lugar vazio.
Inglaterra, dezembro de 1976. Mary têm catorze anos, ela dormia tranquila, quando subitamente acorda, ela vê uma figura de rosto branco e sorriso vermelho sobre seu corpo, com uma faca na mão. Ela tenta se mexer, mas o corpo permanece parado, a figura diante de si, ri. Mary grita desesperadamente, seus pais vão até seu quarto, só havia a garota em sua cama. Mary conta tudo que aconteceu, sua mãe a leva para uma psicóloga. Mary é diagnosticado com psicose. Mary afirma que quando dormia, ela ouvia uma voz que ria.
México, outubro de 1989. Alejandro, depois de uma festa marcada pelo uso de drogas e muito sexo, anda bêbado pelas ruas da Cidade do México. Mendigos contam para as autoridades que ele tropeçou perto de uma parede e caiu no sono. O corpo do homem se contorcia e se dobrava de formas nunca antes vistas, quando o sol nascia Alejandro se levanta e caminha até a borda da pista. Ele se joga na direção do primeiro carro que passa. As testemunhas afirmam que ele estava de olhos fechado.
Brasil, maio de 1996. Gustavo toda a vez que vai dormir, ouve um sussurro que, às vezes, diz “boa noite” e outras vezes “deixe-me dormir com você”. Um dia ele acorda às três horas da manhã, ele vê uma sombra que veste um manto sentada em sua cama, ela diz: “deixe-me dormir com você”. Naquele momento, a voz conseguiu o que queria. Gustavo é encontrado, às nove horas da manhã pela diarista, sua morte não tem motivo aparente. Os médicos afirmam ser possível um infarto ou algum acidente vascular na região do encéfalo, mas nenhum exame confirmou qualquer teoria, até hoje.
Rússia, setembro de 2007. Uma creepypasta se torna popular na internet. Durante a segunda guerra mundial, foram postos diversos pacientes num experimento de privação de sono. Em uma base secreta bem resguardada, um grupo de pesquisa conduziu um experimento cruel com cinco prisioneiros da Gulag, os campos de trabalho forçado. Aos participantes foi prometida liberdade caso sobrevivessem a 30 dias em uma câmara cheia de gás psicotrópico sem dormir durante todo o período. No decorrer de cinco dias, a situação saiu de controle – os sujeitos bloquearam o canal de observação e surtaram, entre gritos e gemidos, nada se via, somente se ouvia o pavor. Depois, ficaram em silêncio completo por dias e, quando os cientistas adentraram a câmara, viram o inimaginável: eles haviam arrancado a maior parte da pele de seus corpos, e sangue cobria todo o chão. De alguma forma, os prisioneiros mutilados permaneceram vivos e imploravam para que o gás estimulante fosse novamente ligado; eles gritavam que “deviam ficar acordados”. Quando o grupo tentou imobilizá-los, eles demonstraram uma força surpreendente, e até mataram alguns dos soldados que estavam ajudando os cientistas. Com o tempo, as cobaias se acalmaram. Um deles, instruído a dormir, morreu imediatamente depois de fechar os olhos. O resto veio a óbito enquanto tentava fugir. Antes de filmar o último participante, um pesquisador gritou: “O que é você?!”. E o corpo mutilado, coberto de sangue, respondeu com um sorriso aterrorizante: “Somos você. Somos a loucura que se esconde dentro de todos vocês, implorando para ser libertada a qualquer momento de sua mente animal mais profunda. Nós somos o que você esconde em suas camas todas as noites. Nós somos o que você esconde em silêncio e paralisia quando vai para o refúgio noturno onde nós não podemos pisar”. Assim que o homem terminou a frase, o pesquisador deu um tiro em sua cabeça.
A história é obviamente mentira, apenas mais uma desses contos de terror espalhados pela internet. Mas toda história tem um fundo de verdade. Sobre esse evento a grande questão que paira no ar é: em que ponto começa a mentira?
Espanha, 7 de agosto de 2016. Eu e minha mulher vamos à escola de nosso filho, ele havia se envolvido em uma briga escolar. A diretora nos afirma que ele está tendo um comportamento violento e mudanças de humor repentinas, além de se encontrado bebendo café constantemente. Levamos o garoto para casa, onde perguntamos o que está acontecendo, ele disse que não conseguia dormir, pergunto-lhe porquê, ele respondeu que tinha medo que uma sombra lhe pegasse enquanto dormia. Minha mulher interpreta isso como apenas um pesadelo. Decidimos ficar acordados, todos os três naquela noite, sentamos no sofá enquanto vemos um filme de super-herói. Na metade do filme, meu filho, cai no sono, eu o carrego em meus braços para seu quarto e o deito na cama. Minha mulher e eu nos recolhemos. No quarto, prestes a dormir, nós ouvimos um grito vindo do quarto de nosso filho, corremos para lá: ele é encontrado morto. Morte por Pesadelo.
Espanha, hoje, 14 de agosto de 2016. Eu não durmo há sete dias, durante esse período recolhi todas as informações que podia sobre esse fenômeno conhecido como sono, selecionei os eventos mais importantes para esse relato. O corpo de minha mulher começa a feder no canto da sala, deve estar iniciando o processo de putrefação, ela não entendia a importância em não dormir para se fazer o que se deve. A sombra que eles falavam eu já vejo há três dias, ela não parece mais tão aterrorizadora, em alguns momentos ela sorri e em outros ela até me abraça.
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2020.03.05 20:52 Emile-Principe Jones Manuel - os revolucionários e a questão da violência

Jones Manuel - os revolucionários e a questão da violência
https://www.youtube.com/watch?v=d6kdHZqd0uc&t=4s
Salve galera. O tema do vídeo de hoje e “Os Revolucionarios e a questão da violência”: quem realmente defende a paz? Ano passado Gregório Duvivier no seu programa Greg News fez um vídeo falando que os revolucionários como Lenin eram militaristas, a favor da violência, ao contrário dos social-democratas. Esses sim Democráticos e Defensores da Paz. E muito comum ouvir nos discursos da direita e de certa esquerda liberal e moderada que os revolucionários, em especial os anarquistas e os Comunistas são Defensores da violência, do sangue e que eles gostam de ver morte. Mas é verdade realmente? Os revolucionários eles são Defensores da violência? Eles têm fetiche pela violência? A história real não é assim! Antes de entrar propriamente em uma análise histórica, e importante algumas considerações teóricas: os revolucionários - especialmente os marxistas - consideram que a violência é um dado estrutural do sistema capitalista. O capitalismo como um sistema sócioeconômico que funciona oprimindo e explorando a imensa maioria da população, precisa da violência para se reproduzir. Então não é coincidência que em todos os países capitalistas do mundo as principais vítimas da violência policial e do sistema penal e carcerário sejam pessoas pobres oriundas da classe trabalhadora. Também não é coincidência que todas as vezes que existe uma rebelião Popular, uma tentativa de revolução, ou até uma série de Protestos massivos, a resposta do Estado burguês é repressão repressão e mais repressão. O que os marxistas perceberam foi que a violência é um dado da realidade gostemos dela ou não. O capitalismo ele não funciona sem uma violência sistemática contra os de baixo. Evidentemente que em alguns países o uso cotidiano da violência é maior do que em outros. Em países de Capitalismo dependente como o Brasil, a violência no cotidiano da classe trabalhadora é muito maior do que em países de Capitalismo Central. Como por exemplo se você for comparar os índices de letalidade policial Eles são muito maiores no Brasil do que na Inglaterra. Só que essas diferenças, embora importantes, são explicadas não porque o capitalismo na Europa é mais democratic, mais humano, mas sim porque ali é um dos centros mundiais do capitalism, e a riqueza extraída de toda a periferia do capitalismo possibilita um nível de distribuição de renda um pouco melhor, e as contradições e os conflitos de classe tendem a tomar um caráter menos Agudo. Mas até isso na própria Europa já está mudando. Não é mais uma realidade então atual, até porque não existe mais estado de bem-estar social na Europa: ele já foi quase que todo destruído.
Outra questão muito importante é que os teóricos da burguesia, os ideologos do capitalismo tendem a subestimar o papel da violência na reprodução desse sistema e não so pensadores burgueses, até criticos de esquerda acabam caindo nessa ilusão. Por exemplo, a partir dos anos 60 se tornou uma moda na Europa ocidental a partir de certa leitura bastante equivocada de Gramsci, dizer que a dominação de classes no capitalismo desenvolvido não se dava mais com uso da força, mas sim pela hegemonia, pelo convencimento. Então escolas, igrejas, partidos politicos, meios de mídia, seriam o principal instrumento de dominação da classe dominante. Michel Foucault passou a falar de uma microfísica do Poder: uma sociedade com instituições carcerárias capilares: tanto a escola com uma clínica psiquiátrica, seria uma instituição carcerária em uma análise descendente do poder: ou seja uma compreensão do Poder de baixo para cima. O estado burguês com seu sistema de Justiça Criminal, forças Armadas e aparelhos repressivos da maneira geral não seria o centro estratégico de exercício do Poder, mas sim essas micro relações de poderes conferidos por toda a sociedade. Ainda na França Pierre Bourdier começou a falar de um poder simbolico, que esse sim seria o verdadeiro centro da crítica A Dominação. Fora de um campo de esquerda, Habermas e Hannah Arendt passaram a falar que a política não tem violência. A política é uma esfera de consenso e de diálogo intersubjetivo entre as partes, e se tem violência não é política. A violência seria por definição A negação da dimensão política da vida humana.
Isso tudo e Muito bonito. E ótimo para vender livros, para produzir filmes, para ganhar uma bolsa de produtividade da “Capes, CNPQ” (institutos de pesquiza), mas no mundo real o capitalismo nunca vai dispensar a violência, Especialmente na periferia do sistema. O que os revolucionários compreenderam é que além da violência ser um dado estrutural orgânico do capitalism, não existe em um exemplo na história da humanidade em que uma classe dominante aceitou perder seu poder, Sua riqueza e seu prestígio de forma pacífica, sem a mais brutal reação violenta contra o movimento emancipatório dos de baixo. Aliás a própria América Latina nos dá centenas de exemplos disso: os ciclos de golpes, ditaduras empresariais militares em nosso continente, não foram em sua maioria contra projetos políticos revolucionários. Foram contra projetos reformistas muito moderados: um exemplo disso é o golpe Empresarial militar no Brasil de 1964: o governo João Goulart não era um governo comunista, um governo revolucionário. João Goulart era um político nacionalista que defendeu uma reforma agrarian, reforma bancária, acabar com analfabetismo, saúde e coisas do tipo. Um projeto tão moderado como esse, foi encarado pela classe dominante brasileira e pelo imperialismo estadunidense como algo inaceitavel, e o resultado todos nós sabemos.
Então não adianta idealizer. A classe dominante nunca vai entregar seu poder sem uma reação violentissima, e a violência é um dado estrutural do capitalism. Isso não significa evidentemente que a dominação de classe se dá apenas pela repressão. Como mostrou Antônio Gramisci - e essa e sua contribuição real - a dominação exercida pela classe burguesa se dá em uma combinação complexa e estratégica entre coercao e consenso: convencimento e repressão. Os aparelhos ideológicos da classe dominante atuam para legitimar a violência da burguesia, e Esses aparelhos repressivos da burguesia garantem que os aparelhos ideológicos da classe dominada - dos trabalhadores - sejam reprimidos, combatidos para que a ideologia burguesa seja egemônica no seio da sociedade. Então repressão e convencimento atuam de maneira organica, combinada na ordem burguesa. Isso não significa porém, que a repressão tenha perdido importância nas formas atuais de dominação do capitalismo. Muito pelo contrário: para ter um simples exemplo disso, na França que é mostrada por muitos como um exemplo de país democratic, de país civilizado, quando começou o protesto dos chamados coletes amarelos, o governo Macron em um mês prendeu mais de mil manifestantes, e a França protagonizou cenas de violência brutal da polícia contra os manifestantes. Basta acontecer alguma crise política, levante popular ou tentativa de revolução que a resposta da burguesia vai ser sempre um mar de sangue e de brutalidade.
Do ponto de vista histórico os comunistas sempre foram Defensores da Paz. Na época do movimento operário social-democrata, no período da segunda internacional, enquanto os revolucionarios como Clara Zetkin, Rosa Luxemburgo, Lenin, Trotsky eram contra a política Colonial dos Estados capitalistas em África e em Ásia, os reformistas eram a favor. Então Eduardo Bernstein, por exemplo, defendeu o colonialismo do Estado alemão em África, e dizia que era legítimo: que o Estado alemão estava buscando seus interesses. A revolucionária Rosa Luxemburgo sempre foi contra a política colonial e defendeu os povos de África contra a ganância do estado dos monopólios na Alemanha. Na primeira guerra mundial enquanto os reformistas foram totalmente a favor da guerra e se dedicaram a chamar os trabalhadores para matar os Trabalhadores de outros países, os evolucionários foram totalmente contra a Guerra. Lenin, Rosa Luxemburgo, Trotsky, Stalin e tantos outros chamados de violentos, de repressivos Foram contra a primeira guerra mundial: denunciaram a guerra como uma guerra inter-imperialista que visava a conquista colonial do mundo. Ao final da segunda guerra mundial os grande movimentos que passaram para a história em defesa da Paz e contra as guerras, foram protagonizados pelos comunistas: movimento contra a guerra da Coreia, contra a agressão do colonialismo francês na Argélia, movimento contra a guerra no Vietnã e uma série de campanhas mundiais pela paz tiveram uma participação fundamental nos comunistas. Aliás por falar em comunistas enquanto os partidos social-democratas da Europa, ou apoiaram diretamente ou fingiram que não viram a política do imperialismo estadunidense de promoção de golpes de estado na América Latina, Os Comunistas não so eram os principais perseguidos por essas ditaduras militares como tiveram um papel fundamental no processo de volta da Democracia burguesa. Na história real do século 20 - Essa era dos extremos, Como dizia o saudoso Historiador Eric Hobsbawn - os social-democratas não eram a favor da Paz. Eles defendiam evidentemente a democracia burguesa no seu país, mas eram totalmente entusiastas da política colonial e da política de guerra do imperialismo em toda a periferia do sistema capitalista. O historiador e filósofo italiano Domenico Losurdo criou até um conceito para tratar dessa realidade: ele chamou essa esquerda de esquerda Imperial: ou seja, era uma esquerda que na França, na Inglaterra, nos Estados Unidos, no Canadá e vários outros países defende uma política democrática e de paz, mas apoiam o seu estado burguês e os seus monopólios capitalistas na exploração no saque, na repressão de toda a periferia do sistema, e obtem beneficios desses super-lucros que os seus paises – enquanto paises centrais do capitalismo – conseguem obter. De forma que, na historia real do capitalism, onde existiu um movimento forte pela paz, esse movimento foi protagonizado ou no mínimo tinha uma intensa participação dos comunistas.
Nós não temos nenhum tipo de fetiche pela violência. Rosa Luxemburgo, Lenin e vários outros revolucionários criticaram abertamente os terroristas. Na Rússia por exemplo existe uma cultura política muito forte de terrorismo de esquerda: intelectuais que compreenderam que grandes atos Como matar um primeiro-ministro iria despertar as massas para luta. Lenin sempre combateu esse tipo de concepção, e defendeu que o terrorismo não tem nenhum tipo de capacidade mobilizadora, e muito mais importante do que mataram o primeiro-ministro é conseguir organizar e educar politicamente a classe operária para compreender que dentro do capitalism, dentro dessa forma de estado burguês ela não conseguiria alcançar os seus objetivos fundamentais. A defesa dos comunistas da violência revolucionária é uma defesa fundamentada numa compreensão crítica e real do que e a dinâmica do capitalism, mas que não está faltando nenhum tipo de fetiche da violência ou sede de sangue. Dois exemplos para terminar são suficientes para ilustrar isso: durante a segunda guerra mundial o exército japonês era famoso por sua brutalidade: era um exército que não fazia prisioneiros: todas as vezes que conseguiram conquistar uma região da China, eles matavam todo mundo e antes de matar as mulheres faziam rodadas de estupros coletivos. Já as forças de resistência Nacional da China, dirigidas pelo partido comunista não apenas não matavam os prisioneiros de guerra japoneses, como faziam um trabalho de educação política com eles: faziam agitação e propaganda contra a guerra imperialista: contra O Extermínio entre os membros da classe trabalhadora. Muito desses prisioneiros eram soltos, voltavam para o exército japonês e continuavam reproduzindo a propaganda anti-Guerra ao ponto que a partir de 1944 o exército japonês começou a fuzilar todos os soldados que foram presos pelo exército chinês e depois de liberados, pois segundo o auto commando military do japao, os comunistas são muito perigosos e qualquer pessoa que tenha contato com eles, está contaminada pela ideologia do pacifismo. Outro exemplo muito importante é a demonizada república democrática popular da Coreia: Coreia do Norte. E dito que esse país é um país militarista, violento, que promove a Guerra. Na realidade a milenar nação coreana Foi dividida em duas pelo imperialismo estadunidense em uma guerra que matou mais de 2 milhões de coreanos. Depois que foi assinado o armistício - como uma especie de pausa na Guerra - os Estados Unidos mantêm - dos anos 50 até hoje - mais de 30 mil soldados divididos entre o Japão e a Coreia do Sul apontados para Coreia do Norte - inclusive armas nucleares nessa região - e ameaça constantemente o país com uma nova guerra de destruição neocolonial. A Coreia do Norte conseguiu desenvolver um importante poder bélico, se amar, inclusive desenvolver armas nucleares, e é graças ao fato de a Coreia possuir armas nucleares e um poderoso exército que até hoje não aconteceu uma nova guerra na região. A capacidade de armamento da economia norte-coreana, fruto principalmente da sua economia planificada, garante a paz na região. Exemplos significativo disso é a Líbia quando era governada por Gaddafi. Gaddafi tinha um projeto da bomba atômica da Líbia. Por pressao do imperialismo Caddafu desistiu desse projeto. Pouco tempo depois estáva a OTAM invadindo a Líbia, destruindo o país que tinha o maior IDH (Indice de desenvolvimento humano) da África, deixando o país em um mar de sangue e caos como está até hoje.
O militarismo na Coreia do Norte é fundamental para a paz, até porque a questão da Paz e da Guerra não deve ser entendido de forma mecânica, mas de forma de dialetica. No mundo dominado pelo imperialism, se armar é uma garantia de paz dos povos que lutam por sua emancipação. O imperialismo só entende a linguagem da força. “E se quer garantir-se a paz, prepare-se para a Guerra.” Como muito bem disse Plínio de Arruda Sampaio (ex-membro do Partido Socialismo e liberdade, PSOL) na Saudosa campanha presidencial de 2010 (Brasil), ninguém deveria ter armas atômicas, mas se os Estados Unidos tem armas atômicas, se Israel tem armas atômicas, outros povos em sua defesa também tem direito de ter. Em síntese os revolucionários não são violentos sedentos de sangue, promotores da violência. Nós somos contra as guerras imperialistas, as invasões neocoloniais; somos linha de frente no Combate à violência cotidiana do Estado burguês contra a classe trabalhadora, mas não idealizamos as condições da dominação de classes no capitalism. Compreendemos que a violência é um dado estrutural do sistema capitalista que a classe dominante - Especialmente na periferia do capitalism - nunca vai entregar seu poder em forma pacífica e que a violência revolucionária dos trabalhadores e suas organizações é uma necessidade histórica intransponível na conquista do poder político pelos trabalhadores e da construção do novo mundo: o mundo socialista! Aliado a isso, compreendemos que as experiências de transição socialista necessitam criar um forte aparato de defesa para se proteger de todos e cada um dos ataques do imperialism. Ao contrário do pensa Gregorio Duvivier e vários teóricos e líderes politicos, defender um pacifismo abstrato não vai fazer com que a violencia real deixe de existir.
https://preview.redd.it/xxmf45gdswk41.jpg?width=300&format=pjpg&auto=webp&s=25ecc3cf7acde9ed6fc0854830106c169ab3b95b
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2019.11.11 05:53 jbonanzza Uma possível explicação(mesmo que lunática) sobre o que pode está por vir na próxima década.

boa noite sub,
Dado o momento histórico e que estamos vivenciado (e eu odiando por um dia desejar viver em um período histórico importante para a especie humana), me recordei um texto que li em meados de 2014/2015 sobre um relatório supostamente da CIA que informava sobre o avanço da 3 GUERRA MUNDIAL ou A SEGUNDA GUERRA FRIA, sobre como ela não seria espalhada por meios de tanques, misseis ou fileiras de soldados avançando contra um país inimigo ou sobre a ameça do hecatombe nuclear, mais sim infiltrando no governo inimigo agentes ou mesmo partidários alinhados com seus objetivos, seria uma guerra de narrativas, na qual ninguém conseguira confiar prontamente nas informações divulgadas, uma guerra na qual ocorreria nas ruas de forma silenciosa, dividindo as nações ao meio, quebrando o senso de unidade dos países, impedindo qualquer contrata ataque efetivo, já que o inimigo literalmente moraria na rua rua, estaria no seu trabalho, frequentaria a mesma igreja que você e nenhuma medida de contenção seria possível, visto que a opinião publica não saberia se posicionar de modo unilateral a fim de gera um esforço de guerra efetivo para um combate direto. Se tratava de um modelo de guerra nunca anteriormente visto, já que as pessoas estariam em preocupadas com o modelo de guerra anterior, mais tal qual a guerra de falanges e cavalarias se tornou obsoleta para as metralhadoras e bombardeios, sendo sucedidas para as trincheiras, essa que rapidamente se tornou inútil contra a guerra relâmpago e armas ligeiras, e tantas outras em sequência, hoje entramos em sobra de duvida na guerra cibernética e midiática, na qual a tecnologia e meios de comunicação consegue fazer mais estrago e trazer mais terror aos civis em métricas similares a possibilidade de um bombardeio atômico ou a noticia de uma força milita em curso contra um pais, a sociedade humana se encontra fragmentada em vários núcleos e com pouca ou nenhuma esperança pelo fim dos conflitos políticos, pelo contrario sabemos que a próxima década será ainda pior do que a que está atualmente se encerrando.
Ok falei demais aqui, não conseguir encontra mais o texto e são 2 da manhã, vou trabalha amanhã e entra na deep agora vai me deixa sem dormir para tenta localiza-lo. Sendo assim vou deixa um texto de um blog que possui uma analise sobre, um link na Wikipedia sobre guerra psicológica e um link de um site assumidamente esquerdista, apenas para um contrante sobre como este lado politico encara essa suposta teoria da conspiração.
“O papel dos meios não-militares para alcançar os objetivos políticos e estratégicos tem crescido e, em muitos casos, têm até excedido o poder da força das armas em sua eficácia”.
_"Valery Gerasimov, general russo, em artigo “The Value of Science in Prediction” sobre o crescimento do digital nas guerras contemporâneas.
“Há dois tipos de instituições, as que sabem que foram hackeadas e as que não sabem, mas já foram hackeadas de qualquer forma”.
Dmitri Alperovitch, co-fundador e CTO da CrowdStrike, empresa norte-americana especializada em segurança tecnológica.
Quando falo da Terceira Guerra Mundial não estou me referindo exatamente a que Donald Trump iniciou com seu ataque a Síria. Estou me referindo a guerra digital que invadiu a internet profunda, a deep web, fazendo a alegria dos hackers da Macedônia nas eleições norte-americanas, como hoje sabemos, mas que também ocupa os campos minados da preparação e estimulo a conflitos armados em várias regiões do Planeta. E que já está alimentando a guerra de Trump e Putin não é de hoje.
Todos os grandes governos e grupos militarizados do mundo mantém hoje tanto um permanente monitoramento dos atos de guerra, como também grupos de ação ativos na internet profunda. Fazem isso seja para arregimentar seguidores, como é o caso do Estado Islâmico, seja para fomentar contra-informação e ódio, aquecendo a ira por justiçamentos via conflitos bélicos. Fora a organização estratégica de combates e ações militares de campo propriamente ditas, apesar de estarem no aparentemente distante mundo virtual.
Na deep web você compra armas e bombas. E aprende a usá-las. Na deep web o Governo norte-americano fomentou informações sobre a existência de armamento nuclear no Iraque, o que ajudou a estimular a Guerra do Iraque. Na deep web Putin escancaradamente hackeou as eleições dos EUA (todos os órgãos de segurança do País sabiam disso, mas Obama teve receio de trazer o assunto à tona para não ser acusado de estimular a campanha de Hilary. Bom, deu Trump). Na deep web um grupo de hackers especializado em guerras chamado Duke invadiu, em 2014, o sistema digital de controle do Departamento de Estados dos EUA e, segundo as próprias autoridades norte-americanas, ficaram “donos” do sistema.
Segundo analistas do Pentágono, Departamento de Defesa e CIA, relata a revista New Yorker em excelente reportagem sobre o tema, Putin usa a deep web há alguns anos e seu objetivo não é simplesmente influenciar nos resultados das eleições dos EUA, como fez com êxito, mas desestabilizar todo o elo de alianças do Ocidente, minando-o com desinformação e fake news, estimulando revoltas armadas pontuais, enfraquecendo a imagem das suas lideranças. (Putin entendia Trump, pelo menos até os recentes ataques a Síria, como um boneco, um agente da desestabilização do maior País do mundo no comando da própria Casa Branca. Oba!). Num ataque militar a Georgia, enquanto aviões e tanques russos invadiam o território físico do País, hackekrs contratados pela Rússia na deep web derrubavam todos os seus sistemas de defesa no mundo digital.
Tá dando pra entender como as duas citações que usei aqui para iniciar este artigo têm razão?
Ainda como relata a New Yorker, também no lado russo há medo de tudo isso. Como declara Sergey Rogov, acadêmico chefe do instituto de estudos US/Canada em Moscou, um especialista em análises de guerra, “eu vivi boa parte da minha vida sob a égide da Guerra Fria e agora estamos de volta aqueles anos, num estado de instabilidade e risco potencial de conflito como eu nunca havia visto desde então”.
No SXSW deste ano, dois painéis, pelo menos, tocaram nesse tema (e como ando mais do que preocupado com ele e a deep web, eu assisti aos dois). O do especialista e consultor do Governo dos USA, Christopher White, em que vimos ao vivo a atividade da deep web em multicoloridos dashboards em tempo real. Ali, guerras estavam sendo arquitetadas. E o painel The Future of Warfare, de Will Rogers, diretor de Atividades Especiais do Pentágono, outro especialista do Governo norte-americano, em que ele nos mostrou, não sem certo orgulho, o grau de excelência de tecnologia digital do sistema de vigilância e segurança dos EUA. Nele, vimos que guerras reais podem parecer vídeo games, já que tudo é digitalizado e cada ação vira uma missão, uma fase do jogo.
Também os EUA têm seus grandes feitos na digitalização da guerra. São inúmeros, mas para ficar em apenas dois exemplos, em 2008, o país lançou um cyber-ataque contra o Irã que retardou toda e qualquer resposta militar de seu arsenal nuclear. Mantém hoje ativo, desde 2011, um sistema de contra-ataque cyber contra a China, outro inimigo que hackeia os EUA sempre que pode, permanentemente.
Estamos em um ponto de temperatura e pressão em que o mundo da internet profunda e o cyberwarfare instalado hoje no Planeta podem conduzir a conflitos armados num estalar de dedos. Ou num simples e hoje relativamente dominado ataque hacker.
Para finalizar aqui, fiquemos com algo assustador na cabeça: a ligação da tecnologia digital virtual com o campo de batalhas real é hoje de cem por cento. E na deep web, a Terceira Guerra Mundial já começou faz tempo"

Guerra psicológica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_psicol%C3%B3gica
Analise de blog de esquerda sobre uma possível Terceira Guerra.

Rumo à Terceira Guerra Mundial?, por Ruben Bauer Naveira

https://jornalggn.com.banalise/rumo-a-terceira-guerra-mundial-por-ruben-bauer-naveira/
submitted by jbonanzza to brasilivre [link] [comments]


2019.10.28 08:55 Silva_85 A proteção de meio ambiente ou uma vingança neocolonial?

A religião e a proteção de meio ambiente são os temas tradicionais que usam os governos de uns países para pressionar os outros. Talvez, 90% de todas as ações nas quais participem os ativistas religiosos ou ecologicos na realidade tenham caráter político.
Claro que quanto mais grande é uma organização sem fins lucrativos religiosa ou política tanto é mais perigosa para algúm pais. Por exemplo, tais marcas internacionais grandes como o Greenpeace ou a Igreja da Cientologia são muito mais perigosas para o desenvolvimento estável dum país do que um grupo pequeno duns fanáticos locais.
Mas o que será se uma organização sem fins lucrativos muito grande e ativa combinar em se mesma a religiao e a proteção de meio ambiente? Então, teremos uma mistura tóxica chamada A Rocha. Esta organização hoje, talvez, seja um dos instrumentos mais eficazes para interferir indiretamente na política de outros países.
Sendo ao mesmo tempo os ativistas cristãos e os ambientalistas eles agem práticamente em todos os continentes adaptando-se com sucesso às realidades locais. A Rocha trabalha muito delicada e seletivamente. O metodo principal é o recrutamento de paroquianos das igrejas locais para usar eles gratuitamente no seu interesse.
A maioria dos seus projetos é dirigida à proteção de meio ambiente. Contudo, entre eles há uns que são criados para cumprir umas ordens politícas. Por exeplo, na Internet há uma correspondência duns altos fucionários europeus que descreve em detalhes a participação de A Rocha na pressão duns países africanos no interesse da burocracia da UE e a ONU.
É interessante que o texto diga que existem planos de transferir a experiência africana bem-sucedida para outros países. Ente as vítimas potenciais há ainda tais estados grandes como o Brasil, a Rússia e os Estados Unidos.
Lembrando-se dos incendios nos bosques da bacia do rio Amazonas e da Sibéria, podemos assumir que A Rocha teve sucesso na África e o seu produto já é esportado.
O que e onde vai acender no próximo ano? É possivel que os Estados Unidos sejam os próximos da fila.
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2019.09.19 13:03 gpmod Igreja Ortodoxa manifesta apoio inédito a opositores na Rússia

Igreja Ortodoxa manifesta apoio inédito a opositores na Rússia submitted by gpmod to geopolitica [link] [comments]


2019.08.25 00:22 KokishinNeko Subreddit Stats: portugal top posts from 2018-08-24 to 2019-08-22 19:51 PDT

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    3. Alta de Coimbra, década de 1930, Portugal (566 points, 69 comments)
    4. Sites de "Fake News" em Portugal (535 points, 250 comments)
    5. Spent the whole morning exploring Mosteiro dos Jerónimos, this natural hidden gem in Lisbon. Definitely the biggest surprise in the town in our opinion. (525 points, 60 comments)
    6. Autocarro urbano espetou-se contra um talho em Viseu esta manhã (375 points, 92 comments)
    7. RTP1 - Era uma vez um cuco que não gostava de couves (345 points, 35 comments)
    8. Portugal: Por cada 100 carros vendidos 5 já são elétricos (288 points, 187 comments)
    9. O grande "Tó Madeira" no trailer do Football Manager 2019. (287 points, 26 comments)
    10. E com 10 anos de atraso, SIC passa a emitir em HD. (285 points, 123 comments)
  2. 5313 points, 11 submissions: Jumpyer
    1. Porto, a cidade das gruas (751 points, 157 comments)
    2. Cuidado com o Miguel (705 points, 47 comments)
    3. O estagiário está com preguiça hoje (666 points, 57 comments)
    4. Quem estiver aborrecido com GoT, pode ver a versão tuga (664 points, 90 comments)
    5. O estagiário CM também queria participar no meme day (578 points, 12 comments)
    6. Manneken Pis vestido a rigor (420 points, 9 comments)
    7. Portugal faz hoje oficialmente 840 anos (385 points, 86 comments)
    8. Quando contas até 100 (365 points, 6 comments)
    9. Isto é a sério? (291 points, 154 comments)
    10. Resolvido o problema para quem não é de esquerda nem direita (280 points, 65 comments)
  3. 4769 points, 10 submissions: touny71
    1. Cristiano Ronaldo, viola portuguesa (1243 points, 92 comments)
    2. Turista brasileira salta do tabuleiro da ponte D. Luís.. Nua (635 points, 188 comments)
    3. Há 2 anos, 2 meses e 2 dias festejávamos assim. Obrigado Éder (623 points, 89 comments)
    4. Praça de touros na cratera de um vulcão. Graciosa, Açores (558 points, 74 comments)
    5. Faz hoje 1000 dias. Choremos um pouco (478 points, 51 comments)
    6. João Sousa e as meias-finais: “Estamos muito felizes, o trabalho duro compensa” (387 points, 15 comments)
    7. Está confirmado que a morte de uma idosa no prédio comprado por investidores chineses teve mão criminosa. (262 points, 74 comments)
    8. A SIC entrevistou um guarda prisional que estava no motim no EPL para contar o que se passou , cara tapada e voz distorcida para preservar a identidade. Depois fez uma entrevista ao representante do sindicato..que usava o mesmo casaco (255 points, 33 comments)
    9. Tourada é cultura. Fugir como um cobarde, faz parte (168 points, 301 comments)
    10. Animais do Gerês filmados por câmaras de trilho (160 points, 50 comments)
  4. 4006 points, 1 submission: Camarna
    1. Look who's coming to visit (4006 points, 71 comments)
  5. 3990 points, 8 submissions: gamma-ray-bursts
    1. A lembrar o passado: fui visitar uma vila pequena, pacata e envelhecida nos arredores de Coimbra: Espinhal. Lá encontrei esta mercearia à moda dos tempos que há muito já passaram. A dona já idosa diz que foi passada de geração em geração desde os avós dela. Deu-me uma certa nostalgia. (1010 points, 55 comments)
    2. Unhais da Serra, às portas da Serra da Estrela, ontem (603 points, 34 comments)
    3. [OC] Farol de "Aveiro" à noite (574 points, 37 comments)
    4. Farol da Barra de Aveiro, Verão (568 points, 53 comments)
    5. Coimbra, Portugal, a minha cidade preferida (497 points, 118 comments)
    6. Covilhã Paixão! (289 points, 51 comments)
    7. Nas entranhas de Portugal: Tortosendo (271 points, 38 comments)
    8. [OC] Mosteiro de Alcobaça (interior) (178 points, 8 comments)
  6. 3986 points, 6 submissions: VladTepesDraculea
    1. Pera... (1821 points, 65 comments)
    2. Enviaram-me um recorte de jornal sobre o cão do meu tio. O autor deste artigo levou 5 dias de choldra porque não caiu no goto do Spínola. (809 points, 69 comments)
    3. Isto de manhã está frio... (529 points, 104 comments)
    4. E o mini caixotim diz "FA-FA-FA-FA-FAK-U! (381 points, 17 comments)
    5. 💓 OLX (285 points, 79 comments)
    6. A conquistarmos o Mundo, um pastel de nata de cada vez! (161 points, 54 comments)
  7. 3954 points, 8 submissions: vcasqu
    1. Elevador da Bica. 1912 vs 2019 (823 points, 33 comments)
    2. Lisboa no inverno. (705 points, 29 comments)
    3. Rua do Ouro/Rossio. Início do século XX vs 2019 (567 points, 45 comments)
    4. Contra Relógio (do Arco da Rua Augusta) (565 points, 41 comments)
    5. “Se puderes olhar vê. Se puderes ver, repara”. José Saramago (514 points, 23 comments)
    6. Equilíbrio. Lisboa. Portugal. (354 points, 23 comments)
    7. Janelas de Lisboa. #1 (221 points, 13 comments)
    8. Terreiro do Paço, Lisboa. (205 points, 6 comments)
  8. 3950 points, 9 submissions: utilizador
    1. Lisboa, terça-feira, 27 de Junho de 1933 - Adeptos do Sporting ouvem através do rádio o jogo entre Sporting CP [3] vs FC Porto [1], em Coimbra para o desempate das meias finais do Campeonato Nacional de Portugal. (626 points, 34 comments)
    2. Começando com o hino da Espanha. (601 points, 66 comments)
    3. tremendous effort (591 points, 73 comments)
    4. Portugal in 1950 (588 points, 62 comments)
    5. para si, que é um homem... (438 points, 53 comments)
    6. Alta definição (335 points, 34 comments)
    7. Olha o robot. É prò menino e prà menina. Olha o robot. Trabalha muito e gasta pouco. Olha o robot. É muito útil pra quem manda. Olha o RADAR... em caixa de cartão? A foto é de hoje! Avenida Santos e Castro. (321 points, 76 comments)
    8. Dá jeito... o Hospital é ali perto e tudo! Road Rage Tuga Version! (286 points, 55 comments)
    9. Já tens carta? (164 points, 28 comments)
  9. 3814 points, 5 submissions: John-florencio
    1. Buraco negro visto através de um telescópio português! Incrível. (1848 points, 48 comments)
    2. Tenho feito estas ilustrações tradicionais para descansar do pc... eu divirto-me bastante a criar estas pequenas histórias! Mais nos comments. (678 points, 92 comments)
    3. Olá pessoal, vocês lembram-se desta imagem que partilhei aqui? Fiz uma uma campanha em alguns threads relacionados com o meu trabalho, e porque não fazer no Portugal também? Dou o ficheiro em alta resolução para fazerem um print (7k a 300dpi). ver comments para download. (589 points, 47 comments)
    4. CCCAPBCAD- Comité científico para a compreensão e análise das pessoas que bebem café antes de dormir. como sugerido por um user deste sub vou fazeou pelo menos tentar) um post semanal com estes velhotes. (385 points, 48 comments)
    5. Malta, partilho convosco a minha primeira banda desenhada, para um cliente na América, o que acham? (314 points, 112 comments)
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    1. The fucking of the french - 2016, colorized (1477 points, 46 comments)
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    3. Isto do surf está na hora da morte... (646 points, 39 comments)
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    4. A Maria disse que queria as especiarias às 19h para fazer o jantar mas ainda deu pra ir ao Brasil beber um copo, se é que me entendes. (662 points, 64 comments)
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  15. 2787 points, 2 submissions: LuNoZzy
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    3. “Cidade de Lisboa, Capital do Reino Portugal” pintura Japonesa do Século XVII. Museu de Kobe. Japão (453 points, 20 comments)
    4. Fidalgo Português montado em um elefante durante viagem a Nagasaki, Japão. Pintura japonesa do Século XVI. (338 points, 66 comments)
    5. Lápide do Século XIII de um “Mudéjar” de Lisboa. Muçulmanos ibéricos que permaneceram em território reconquistado pelos cristãos. A inscrição em árabe traduzida diz: Eterno é Deus. Tem compaixão conforme a sua mercê, ó tu que tudo dominas, e olha[com misericórdia] para o sítio para onde fui mandado (243 points, 50 comments)
    6. Brasão do Reino de Portugal. Escultura de Andrea Della Robbia. 1505 (223 points, 7 comments)
    7. Portugueses em um navio japonês. Pintura do Século XVI (162 points, 21 comments)

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  1. Look who's coming to visit by Camarna (4006 points, 71 comments)
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2019.04.24 02:30 Spookycliquebr Twenty One Pilots para a NME [traduzido]

As filiais da B&Q em Birmingham devem estar fazendo um grande comércio de fita adesiva amarela. Fora do Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, os adolescentes estão aplicando-o avidamente ao uniforme verde do exército. À medida que mais tropas descem - com lenços de pescoço amarelos usados ​​como máscaras - é como um elenco para uma versão júnior de The Purge.
Os espectadores podem ser perdoados por presumir que uma demonstração Anônima vai acontecer, mas esta é a Skeleton Clique, superfanbase ferozmente dedicada de Twenty One Pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes do duo de Ohio estar no palco para dar o pontapé inicial no Reino Unido de sua gigantesca Bandito Tour.
Eles fizeram meticulosamente cosplay dos uniformes do vocalista Tyler Joseph e do baterista Josh Dun na arte e vídeos apocalípticos de seu último álbum, "Trench". Alguns se sentam esboçando fotos de seus ídolos. Um aperta um banner estampado com as palavras "VOCÊ SALVOU MINHA VIDA".
É apropriado, porque Twenty One Pilots - com seus principais temas de insegurança, saúde mental e fé - é uma banda perfeita para salvar a vida, uma referência para aqueles que acham que ninguém os entende.
No papel, no entanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com "Trench", eles criaram um mundo mítico de alto conceito - que pode confundir até mesmo os roteiristas de Lost. Vagamente, sua trama diz respeito a uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem seus habitantes de escapar - e a força rebelde de bandidos que buscam libertá-los. Mas há muito mais do que isso.
Longos sub-threads Reddit são dedicados a decodificar significados ocultos em músicas e decifrar pistas em cada peça de mídia que a banda lança. Há muitos ovos de páscoa: por exemplo, o nome completo de 'Nico' da música 'Nico e os Niners' - um grande inimigo - é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo para os cientistas que inventaram a notação de zero - o ø usado na marca de twenty one pilots.
Musicalmente, eles são igualmente pouco convencionais: uma geração Spotify pós-gênero mistura de estilos que facilmente se exercitam através do rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie - basicamente, eles voltaram a mão para tudo “Canto da garganta mongol”. No entanto, de alguma forma, é verdade que "Blurryface" - seu quarto álbum inovador - enviou o duo estratosférico em 2015, permitindo que o baterista Josh Dun fizesse seus backflips de marca regristrada nos maiores palcos do mundo.
Nos bastidores da arena, os assistentes [de palco] estão montando a elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito, que envolve um carro em chamas, e dublê [de corpo] que permitem que um Tyler vestido de capuz desapareça e reapareça, como Houdini, no meio da música, em diferentes partes da arena.
Versões de brinquedos peludos do Ned - o personagem CGI gremlin que eles introduziram recentemente no vídeo "Chlorine" - sobre os alto-falantes. Quando nós primeiro pegamos um vislumbre de Josh - conhecido por suas acrobacias - ele está tocando bateria de ar e fazendo piruetas no ar para suas próprias músicas. Mais tarde, ele e Tyler brigam com os aspiradores de pó que estão sendo usados ​​para aspirar o palco.
Mas eles têm foco de laser. Na música de "Trench", "Bandito", Tyler canta: "Eu criei este mundo para poder sentir algum controle", e você acha que isso se estende a todos os aspectos da banda. Sua pequena equipe de proteção vem de sua cidade natal, Columbus, e tudo o que a NME faz com a banda acontece sob o olhar atento de seu círculo íntimo.
Durante nosso bate-papo de 70 minutos, o gerente da turnê está parado na porta do camarim, aumentando a sensação de que você pode ser transportado para um bunker, emergindo meses depois, reprogramado e enrolado em uma fita adesiva amarela.
Felizmente, a banda é charmosa e solícita. O principal compositor, Tyler, vacila de ser intenso a imbecil ("Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto que sei tudo sobre John", ele brinca com Josh).
Quando ele está dizendo algo revelador, evita o contato visual. Josh é seu lastro lúdico, tendendo a sentar em silêncio e participar apenas quando há uma piada. Nem xinga - nem sequer uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos do HMV, Tyler está preocupado com sua voz. "Eu tentei não falar com nenhum deles, mas não posso evitar", diz ele. "Eu fico tipo: 'Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?'"
Eles parecem ser tocados pelos extremos aos quais seus apoiadores foram. Do lado de fora, os fãs até se agitaram vestidas como "bispos" em roupas vermelhas enquanto na Rússia, roupas de banana apareceram na multidão - uma piada sobre como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm aversão à fruta.
"Nós fornecemos apenas alguns pedaços da inspiração, mas eles são os únicos que se tornaram o motor da coisa toda", diz Tyler. Além de Tyler uma vez "ficar na fila por oito horas, quando The Killers tocou minha cidade natal", nenhum deles foi a extremos extraordinários para seus grupos favoritos. “Nós desejamos que o nível de cultura dos fãs estivesse por perto quando éramos mais jovens”, observa Josh. "Porque muitas dessas histórias sobre como essas pessoas se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas quando estão esperando na fila por horas e dias são inspiradoras e legais."
"Blurryface" tornou-se o primeiro disco da história a ter cada uma das músicas certificadas pelo menos em ouro. Quando eles colecionaram o Grammy em 2017 para Melhor Performance de Pop Duo / Grupo para o single "Stressed Out" (batendo Rhianna e Drake, e Sean Paul - um homem que os descreveu como "o novo Nirvana"), eles tiraram seus boxers em o caminho para o palco, lembrando-se de como uma vez eles assistiram ao show de premiação em suas calças em Columbus e disseram: 'Se algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim'.
É indicativo de sua ambição. Tendo formado Twenty One Pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o início, tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos estar, então nada nos pegou de surpresa”, diz Josh , imperturbável. "O que seria mais surpreendente para as pessoas é quantas vezes nos olhamos e dissemos: 'Sim, é exatamente isso que imaginamos e o que vimos'.
Durante o ciclo "Blurryface", eles se lembram de vender pequenos clubes, teatros e arenas no mesmo ano. "Quando você diminui o zoom, você pode pensar: 'Ah, isso foi muito louco'", diz Josh. "Mas nós estávamos em turnê desde 2011 tocando em shows todas as noites, então você está perto demais para perceber isso. É como quando seu tio, que não o viu por um ano, chega e diz: "Você ficou muito alto".
As coisas mudaram, no entanto. Questionado sobre quem é o contato mais famoso em seu telefone, Tyler passa pela sua lista de contatos antes de parar em Chris Martin ("Isso é incrível de dizer em voz alta", ele ri) - o vocalista do Coldplay certa vez deixou uma mensagem de voz sobre a banda. Josh responde: Eu cresci ouvindo uma tonelada de Blink [182], então pensar que nos últimos anos eu me tornei amigo de Mark [Hoppus], é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que iria trocar mensagens com ele.
Em outubro, quando lançaram 'Trench' - após um apagão de um ano sem envolvimento de mídias sociais ou shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem levando ao seu anúncio - ele só foi derrotado nas paradas por Lady Gaga e Bradley Cooper, com ‘Nasce Uma Estrela'.
Você pode argumentar que é igualmente cinematográfico: as pessoas sugeriram a Tyler que eles deveriam expandir suas promessas distópicas em um longa-metragem. "A intenção nunca foi, 'vamos escrever um disco que tenha força suficiente para se transformar em uma série da Netflix', mas é legal saber que criamos algo com substância suficiente para sabermos que essa pergunta está sendo feita", ele nega.
Além disso, embora camuflada na fantasia, e a mitologia Dema, com suas referências a religiões antigas como o zoroastrismo, "Trench" é, na verdade, uma dissertação sobre saúde mental do final de vinte anos. Nas composições, como nas conversas, Tyler diz suas coisas mais interessantes quando ele não olha nos seus olhos.
Tendo a narrativa preparada “durante anos”, ele tentou introduzi-la em “Blurryface”, cujo personagem principal é uma personificação de sua ansiedade e insegurança. Durante esse tempo, ele até se apresentou com as mãos e o pescoço revestidos de tinta preta - para representar o aperto tóxico de sua ansiedade. A maneira como ele descreve "Trench" é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.
"É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um problema muito menos fantástico que está navegando em sua própria psique e dando a ela um destino e lugares que você deve e não deve ir e os personagens que deve evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa ”, diz Tyler.
"É interessante que 'Blurryface' - onde criei um personagem que representa tudo o que eu não gostei de mim mesmo e tudo o que estou tentando superar coincidentemente foi o álbum que realmente aconteceu para nós", continua ele. “O fato de sermos forçados a revisitá-lo todas as noites é uma lição valiosa em suas próprias inseguranças pessoais: você trabalha com isso, tenta superá-lo, mas nunca é algo que você pode simplesmente deixar de lado e se separar”.
Um trio de músicas em "Trench", Tyler se vê totalmente demitido e existe "fora da mitologia da série Netflix", como ele diz. 'Smithereens' é uma canção de amor bonitinha, dirigida por ukulele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. 'Legend', entretanto, é uma homenagem ao seu avô, Bobby, que apareceu na capa do álbum de 2013 'Vessel 'ao lado do avô de Josh. Ele começou a escrever a faixa quando a demência de Bobby começou, mas seu avô faleceu em Março do ano passado, antes que pudesse ouvi-la.
Tyler: “Eu menciono nas letras: 'Eu gostaria que ela tivesse te conhecido.’ E eu estou falando da minha esposa, porque quando ela começou a aparecer, ele ficou pior. Ele costumava ser tão espirituoso e iluminava um quarto e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e há centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava indo depressa. Ele era imprevisível, não lembrava os nomes das pessoas, o que era um novo tipo de dor.”
Seus olhos parecem lacrimejar. “Meu pai me contou um momento no final - onde ele se lembrava do meu nome - e perguntou: 'O que o Tyler está fazendo?'. Ele sempre perguntava e meu pai tentava explicar: "Ele está em uma banda, toca música". E ele disse: "Bem, eu quero ouvir uma música".
E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para "Trench". Meu pai está dirigindo o carro e ele continua insistindo: "Bem, eu quero ouvir uma música!". E meu pai não tinha nenhuma música no carro. Por puro desespero, ele liga o rádio e agita o dial algumas vezes e uma de nossas músicas está ligada e ele pode dizer: "Lá - aí está ele e esta é a sua música".
“E assim, de uma maneira estranha, você pode pensar em todo o sucesso e reconhecimento que tivemos, foi apenas para preencher uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar ao meu avô a música que eu escrevi naquele momento no rádio."
Em ‘Neon Gravestones’, tipo Post Malone, Tyler corre contra a alegoria de alguém tirando a própria vida de alguma forma "glamourosa" em vez de uma tragédia, cantando: "Na minha opinião, / Nossa cultura pode tratar uma derrota / Como se fosse uma vitória”, E a fetichização irresponsável do Clube 27 (“ Eu poderia desistir e aumentar minha reputação / eu poderia sair com um estrondo / Eles saberiam o meu nome”).
"Eu estava com medo dessa música", diz Tyler. “Então, essa música é muito preta e branca. Eu trabalhei duro em cada pronome. Porque eu sabia que era um assunto delicado, a última coisa que eu precisava era que alguém entendesse mal o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder atrás da metáfora. Eu entendo que há riscos em ser mal interpretado ou deturpado. Há uma chance absoluta de ofender as pessoas ou parecer desonra, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui para ouvir. Eu queria apontar algo que gostaria de ouvir quando estiver passando por esses pensamentos.”
Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e desabilitando o estigma. "Eu acho que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu um grande salto", diz ele. “Estou tão orgulhoso de que a música tenha liderado a capacidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é muito importante. Então, de certa forma, eu realmente sinto que há um grande lado disso que tem sido coberto com "vamos falar sobre isso, tipo, você não é louco, não há nada de errado em apenas olhar quantas pessoas passam por isso".
"Trench" culmina com a abrangente "Leave The City", que Tyler descreveu como uma "crise de fé". Tanto ele como Josh foram criados em lares religiosos. O pai de Tyler era o diretor da escola cristã que ele freqüentava; quando Josh era mais jovem, a maioria da música secular foi banida, deixando-o para esconder contrabando de álbuns do Green Day debaixo da cama.
"Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que conquistamos - e porque as pessoas acham que temos um estilo de vida de rock louco - que aprendemos que não precisamos mais de Deus", explica Tyler. "E não é isso."
“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar tudo e minha fé é algo que eu sempre passei por temporadas fortemente desafiadoras e uma vez que eu coloquei em teste e vi o que é, eu sou capaz de aceitar isto. Durante 'Trench', houve momentos específicos em que você conseguiu ver onde eu estava em minhas temporadas de desafio e re-aceitação - e eu definitivamente estava passando por um momento desafiador. ”
“A questão é: preciso de Deus? A verdade é que não tenho resposta para isso alguns dias. Alguns dias eu tenho, e porque eu escrevo músicas, eu escrevo letras - você vai me ver entender. Não posso deixar de abordar esses tipos de perguntas porque é por isso que comecei a escrever músicas em primeiro lugar. ”
Essas grandes questões estão à espreita sob o capô de um carro muito brilhante. A razão pela qual twenty one pilots provaram ser tão bem sucedidos comercialmente é porque as próprias canções transbordam de ganchos. Você não precisa saber que "Leave The City" envolve uma crise existencial - ou exige um guia turístico para Dema - para aproveitar o fato de soar como M83 produzindo My Chemical Romance em sua pompa da Black Parade.
O que não pode ser exagerado é o quão divertido é o espetáculo ao vivo de Twenty One Pilots. Hoje à noite, eles se abrem com Josh segurando uma tocha acesa, incendiando um carro, e assistindo a fusileantes de shows de mágica de Vegas, kits de bateria de multidões, homens vestidos de Hazmat borrifando névoa na platéia, confetes e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.
Não é surpresa que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que já foi oferecido uma bolsa de basquete, pode ser. Coloque-o com outra banda e é como hamsters compartilhando uma jaula.
Quando eles assinaram com o emo-citadel Fueled by Ramen - lar dos amigos Paramore e Panic! At The Disco - Pete Wentz do Fall Out Boy levou-os sob sua asa para martelar isso fora deles. "Ele nos mostrou como ser bons irmãos", diz Tyler. "Quando começamos a tocar localmente, você estaria na lista com outras nove bandas. Você queria que eles explodissem, então você viria e roubaria o show. Quando saímos em turnê como o ato de abertura do Panic! e Fall Out Boy, nós tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: "Veja todas aquelas pessoas lá fora - vá e faça fãs".
"E eu nunca percebi...", diz ele com total sinceridade e sem nenhum traço de hipérbole em sua voz - "as pessoas poderiam ser fãs de mais de uma banda. Mas estaríamos mentindo se disséssemos que a vantagem competitiva desapareceu completamente. Queremos ser os melhores - e manter todos os outros afastados”.
Enquanto "Trench" foi escrito principalmente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e enviado para Josh (que agora vive em Los Angeles), seu acompanhamento está sendo escrito na estrada. Ele irá aprofundar ainda mais no folclore de twenty one pilots. "Há um personagem sobre o qual não se fala que desempenha um grande papel e é provável que este seja o próximo passo", diz Tyler.
Josh, por sua vez, tem um casamento para se preparar, tendo se comprometido com a ex-aluna do Disney Channel, Debby Ryan, em Dezembro. Ele brinca que entrará na igreja com solos de bateria. Mas o que há em ambas as mentes é o final da turnê no Reino Unido - estrelando no Reading e Leeds em Agosto.
“Reading & Leeds é um dos primeiros festivais que assistíamos quando nos conhecíamos”, diz Tyler. “Nós assistíamos a vídeos na internet. Nos concentramos nesse programa há meses, no que a produção vai ser.”
Tyler olha para os sapatos, frustrado consigo mesmo. "Não consigo expressar exatamente como isso é importante, mas estamos muito animados em poder provar que esse é o lugar onde pertencemos. Nem todo mundo está lá na platéia para ver você e você tem que conquistá-los, você tem que trabalhar duro para eles. Há outras bandas tentando se destacar e estamos prontos para tirar a cabeça deles.”
Resistência - liderada por bandidos ou não - é fútil.
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2019.04.11 22:30 Multi-Skin Resumo curto pra quem não conhece Olavo de Carvalho

EDIT: COLOQUEI OS LINKS DAS CITAÇÕES NO FINAL DO POST
Resumo de como um louco conseguiu fama:
Olavo se apresenta como ‘filósofo conservador’, mas fez carreira como polemista. Militou contra a ditadura nos anos 60. Trabalhou como astrólogo na década de 70, flertou com o misticismo nos anos 80 e ganhou algum espaço como articulista em jornais e revistas brasileiros entre os anos 90 e o começo dos anos 2000 através de artigos que mais tarde (2013) seriam compilados em um livro chamado "Tudo que você precisa saber para não ser idiota". Nesse meio tempo, se reaproximou da linha-dura da igreja católica e hoje considera a ditadura “genial”.
A notoriedade veio mesmo em meados de 2005, graças às ‘aulas’ que dava para pequenas turmas via internet – dessas fileiras brotaram vários assessores, blogueiros e agitadores ligados a extrema direita agressiva. O conteúdo vai de filosofia a esoterismo, literatura, história e religião comparada.Na mesma época perdeu o cargo de jornalista do jornal O Globo por conta de tantas opiniões controversas, indignado foi pros EUA, onde mora até hoje.Em 2015 obteve muitos seguidores após Nando Moura, outro polemista que trata-o como fonte de todo conhecimento.
A pouco tempo Bolsonaro reacendeu a ligação dos militares e políticos de direita com Olavo após citá-lo como leitura recomendada ao público geral.

Pérolas principais:
Aquecimento global é mentira.Acredita que o governo de extrema direita é essencial para lutar contra a ditadura comunista e gayzista global.
Diz que diplomas não valem nada para justificar sua falta de formação acadêmica.

**Pérola recente:**Diz que cada filho do Bolsonaro deveria ter um ministério próprio.

Citações divinas:
“…não é de se admirar que hoje a Teoria da Relatividade é apenas uma empulhação elegante…” – Olavo de Carvalho, o físico

“Isaac Newton não apenas disseminou o ateísmo na sociedade ocidental mas também uma burrice formidável.” – Olavo de Carvalho, o físico

“Não sei se as vacinas funcionam ou não, mas quem cuidará da saúde dos meus filhos não é a medicina estatal mas sim Nosso Senhor Jesus Cristo.” – Olavo de Carvalho, o infectologista

“Cantor era uma besta, não sabia distinguir números de nome de números.” – Olavo de Carvalho, o matemático

“O General Geisel era comunista. Mandou prender todos os comunistas porque gostaria de ser o único comunista do Brasil.” – Olavo de Carvalho, o historiador do Brasil

“Einstein e Planck já desmentiram a dualidade cartesiana por completo. Nada é tão arqui-provado como as experiências de quase-morte.” – Olavo de Carvalho, o físico quântico

“A Teoria da Evolução está completamente desmoralizada. Darwin era de uma família de ocultistas e o livro do médico indiano comprova que esta teoria é totalmente furada.” – Olavo de Carvalho, o biólogo

“Quem quer que nunca tenha estudado a Astrologia em algum momento da vida é um idiota.” – Olavo de Carvalho, o astrólogo

“As reservas de petróleo que foram encontradas apenas no Colorado são 20 vezes maior do que da Arábia Saudita, eu li isto no boletim da USGS.” – Olavo de Carvalho, o geólogo

“É mentira que nunca foram encontradas armas de destruição em massa no Iraque, o fato de não informarem não significa que não as encontraram.” – Olavo de Carvalho, o estrategista político

“Essas religiões afro atraem a desgraça, veja o Haiti, a África.” – Olavo de Carvalho, o geólogo

“Milagres acontecem todos os dias mas são ocultados pela mídia. Na Malásia, uma menina cujo crânio estava rachado, teve seu crânio colado na frente de milhares de pessoas.” – Olavo de Carvalho, o perito Papal

“Na Ditadura Militar haviam eleições democráticas e não havia censura. Existe muito mais censura hoje do que no tempo da Ditadura Militar.” – Olavo de Carvalho, o jornalista

“Cigarro não faz mal, isto tudo é uma empulhação da Indústria Farmacêutica que vendem remédios que matam a população. Cigarro faz bem para a atividade cerebral e diminui o colesterol, quantas pessoas com Alzemheier fumantes você já viu.” – Olavo de Carvalho, o Médico

“George Bush é vendido para o CFR que é vendido para os grandes atores da nova Ordem Mundial que visam implantar o socialismo em escala global.” – Olavo de Carvalho, o analista político

“O método científico é o pior método para se descobrir qualquer coisa, a humanidade está bestificada pela Ciência, como os Santos percebiam a existência de Deus sem a Ciência? Eu sinto também os desígnios divinos pelo instinto e não pela ciência.” – Olavo de Carvalho, o especialista em direito canônico, informando que Deus conversa diretamente com ele e que os cientistas são burros.

“Nossa Senhora já explicou que luzes apareceriam no céu e isto seria um sinal de que deve ser feito o Rosário pela Consagração da Rússia ao catolicismo.” – Olavo de Carvalho, o católico

“A Santa Inquisição reduziu as torturas, coisa que ninguém tinha coragem de fazer, ademais era um Tribunal Democrático que não condenava ateus.” – Olavo de Carvalho, o historiador

“Os negros escravizaram os brancos durante séculos.” – Olavo de Carvalho, o historiador

“As Cruzadas foram uma reação tardia à opressão católica.” – Olavo de Carvalho, o historiador medieval

“A mera pretensão de que a consciência é causada pelo cérebro deve ser rejeitada como uma simples estupidez, uma lenda, crendice.” – Olavo de Carvalho, o neurocientista

“Veja você, a Pepsi-cola usa fetos abortados como adoçante.” – Olavo de Carvalho, o químico industrial
LINKS: Newton estava errado Baita opinião sobre vacinação Coletânea imensa de pérolas Coletânea em vídeo 1
Coletânea em vídeo 2
Nota:
Editar no mobile é um inferno e o jhacksondiego ameaçou me matar se eu não colocasse umas fontes nesse post.
EDIT:
O u/halleynews comentou um vídeo perfeito sobre as táticas que o Olavo usa pra conseguir usar as invenções mentais dele como "fatos", é um ótimo vídeo pra quem leu todo o post e quer ter noção do papo atual dele.https://www.youtube.com/watch?v=6kX8C5qy5Us
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2019.01.06 09:33 franciscagiselle Os 10 livros infantis ortodoxos para crianças .

Em nenhuma ordem particular, aqui estão elas!
1. "O Milagre de São Nicolau", de Gloria Whelan, ilustrado por Judith Brown.
Situado na Rússia após a queda do comunismo, o milagre de São Nicolau conta a história do jovem Alexi, um menino curioso. Ele pergunta a sua babushka por que a igreja está fechada e não vai parar até que esteja aberta novamente para a Natividade. Vendo a perseverança de Alexi, as pessoas da cidade se juntam a ele, trazendo seus tesouros secretos. Este livro tocante me faz engasgar cada vez que eu leio! Meus filhos adoram as lindas ilustrações e seguem a busca de Alexi por um milagre.
2. Fotos de Deus: "O Guia de uma criança para a compreensão de ícones" por John Kosmas Skinas.
Esta é uma fantástica introdução aos ícones - tanto o seu significado espiritual e as histórias por trás de vários de destaque. Através de Imagens de Deus , as crianças aprendem sobre Cristo, o Pantocrator, a Natividade, a Anunciação, o Theotokos da Ternura e muitos outros ícones. Meus filhos gostam de encontrar os ícones que viram no livro de nossa igreja aos domingos.
3. "São Jorge e o Dragão" Jim Forest, ilustrado por Vladislav Andrejev.
As ilustrações iconográficas deste livro são absolutamente impressionantes. A história de São Jorge já é incrivelmente atraente para crianças pequenas (e leitores mais velhos também!). Então, junte a história com as ilustrações e você terá um favorito instantâneo. Saint George & The Dragontambém tem uma nota fantástica no final que discute a natureza apócrifa de grande parte da história do dragão, o que se sabe sobre a vida e o martírio de São Jorge, e o simbolismo de vários itens em seu ícone.
4. "A história de Maria, A mãe de Deus" por Dorrie Papademetriou.
Como um recém convertido, eu não cresci aprendendo muito sobre Theotokos. Eu sabia ainda menos sobre o Sts. Joachim e Anna. Este livro me ajudou a aprender sobre o Sts. Joaquim e Ana e sua luta para conceber, a bênção de uma criança e sua decisão de dar Maria a Deus no templo. Embora seja escrito para atrair as crianças, A História de Maria edificará adultos também!
5. "Catherine's Pascha" por Charlotte Riggle.
Catherine's Pascha é finalista do prêmio Best Books USA - uma honra raramente concedida a um livro ortodoxo. Este belo livro percorre uma criança através da Pascha - desde a assadura no sábado até o belo serviço e quebra do jejum com a família da igreja. Este é um dos livros ortodoxos favoritos de todos os meus filhos!
6. "Boa noite Jesus" por Angela Isaacs.
Boa noite Jesus é um livro que rima gentilmente ajuda as crianças a se acalmarem quando elas dizem boa noite e beijam as várias pessoas que são importantes para elas. A criança no livro beija a boa noite de Jesus e dos santos e depois faz o mesmo com sua família enquanto se prepara para dormir. A repetição e a rima criam uma história de ninar como uma canção de ninar que fará a criança dormir.
7. "O monge que criou oração" por Claire Brandenburg.
O monge que desenvolveu a oração introduz as crianças à idéia de oração contínua. Esta história gentil gira em torno de um simples monge que passa por suas atividades diárias, mas o tempo todo ele está orando e crescendo em oração.
8. "H é para Santo" por Nika Boyd.
Se você ler muitos livros de alfabeto em sua casa (como nós fazemos!), Você vai querer adicionar este belo livro Ortodoxo em suas prateleiras.
9. "A mulher e o trigo" por Jane G. Meyer.
Esta é uma história poética que as crianças podem desfrutar em vários níveis diferentes. Meus dois filhos mais novos ficaram fascinados com os processos físicos envolvidos no plantio, cultivo e colheita do trigo e na maneira como ele é transformado em pão. Meu filho mais velho entendeu e apreciou a maneira pela qual Meyer entrelaça a Eucaristia e a oração na história.
10. "Canção do Talanton" por Claire Brandenburg.
Além de ser uma história muito poética e rítmica da oração matinal de um peregrino em um mosteiro, Song of the Talanton é também uma maneira fantástica de introduzir crianças pequenas à ideia de vida monástica. Meus filhos amam especialmente o CD que acompanha o livro e inclui uma gravação de um talanton, uma leitura do autor e vários belos hinos.
Fonte: http://www.orthodoxmotherhood.com/top-10-orthodox-childrens-books/
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2017.12.30 17:45 frahm9 Dez autoras para a sua consideração

La Casa de Los Espiritus da Isabel Allende
É um clássico de realismo mágico do Chile sobre uma família, cobrindo várias décadas com política como plano de fundo. História chilena, drama familiar, e um pouco de sobrenaturalidade. Tá sempre nos rankings de livros latinoamericanos.
 
Homegoing da Yaa Gyasi
Livro recente, super-premiado e recomendado. Começa com duas irmãs africanas, e cada capítulo é dedicado a um de seus descendentes, até hoje. O resultado é que você conhece um monte de realidades diferentes de Gana e dos Estados Unidos ao longo da história.
 
The Left Hand of Darkness e The Dispossessed da Ursula K. Le Guin
A dona Ursula foi a minha descoberta favorita nesse ano. Os dois livros são parte de uma série (que pode ser lida em qualquer ordem) sobre uma união intergaláctica de planetas com espécies humanas - cada um com uma situação social, biológica e politicamente incomum. No primeiro, um embaixador dessa união explora um planeta gelado onde os humanos não tem gênero. No segundo, um cientista deserta seu planeta anarquista para o planeta vizinho, que está em guerra fria. A dona Ursula vai atrás de todos os desdobramentos possíveis dessas situações e é muito completa e convincente.
 
Luzes de emergência se acenderão automaticamente da Luisa Geisler
Outro recente, sobre o cotidiano de um guri bagual do RS. É legal pela sensibilidade, falando de gente jovem sem parecer com Malhação.
 
On Photography de Susan Sontag
Ensaios sobre a fotografia. Não é muito fácil de ler, mas tem umas reflexões muito interessantes sobre a fotografia e o que ela significa pra arte. Por exemplo, como a fotografia é um meio essencialmente surrealista por congelar uma imagem real no tempo.
 
SPQR da Mary Beard
Livro sobre a história de Roma. A autora fez vários documentários pra BBC (tem alguns no youtube), então a linguagem é bem acessível.
 
Rita Lee: Uma Autobiografia pela própria
Muito divertido, muito fácil de ler. A gente tem que aprender a ser um pouco Rita Lee na vida.
 
Half of a Yellow Sun da Chimamanda Ngozi Adichie
Uma história que alterna entre os pontos de vista de cinco pessoas, durante as instabilidades políticas na Nigéria nos anos 60/70. Muito real e envolvente.
 
A Guerra Não Tem Rosto de Mulher da Svetlana Alexievich
A Rússia foi o país onde mais mulheres participaram da II Guerra, e esse livro é uma coleção de relatos reais delas. É único, porque muitas dessas senhoras só se abriram para a autora. Senti falta de um pouco de contexto histórico, mas é um trabalho impressionante.
 
Wolf Hall e Bring Up The Bodies da Hilary Mantel
São os dois primeiros livros da trilogia a ser concluída sobre o Thomas Cromwell. É uma personalidade histórica misteriosa, um filho de ferreiro que chegou à corte do Henrique VIII e o ajudou na criação da Igreja Anglicana, em três dos seus seis casamentos e em dois de seus quatro "divórcios". É bem imersivo da época, apesar de ter um estilo de narrativa bem moderno. Os dois livros foram adaptados em uma minissérie muito boa (disponível no Netflix).
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2017.02.01 00:58 eremita_urbano A Paixão Segundo a Revolução (PAULO LEMINSKI)

Na estratégia e na tática de ação política, a inteligência de Lenin supera em muito a de Trotski, mais hesitante, mais sujeita a erros e leituras equivocadas dos fatos.
Mas a máquina mental e intelectual de Trotski era mais complexa que a de Lenin. Seus interesses eram mais plurais. Suas leituras, mais diversificadas. Seu horizonte, muito mais amplo. Leia-se, por exemplo, o vôo utópico do final do ensaio Arte Revolucionária e Arte Socialista, capítulo oitavo do seu livro Literatura e Revolução.
Lenin jamais poderia ter escrito essas páginas de um sopro verdadeiramente épico-utópico, sobre o novo homem que o socialismo poderia criar. Nem poderia dizer, como diz Trotski, nesse mesmo livro: “a arte se fundirá com a vida, quando a vida enriquecerá em proporções tais que se modelará, inteiramente, na arte”.
Lenin sempre olhou meio de lado, desconfiado, para as manifestações de vanguarda artística que marcaram o início do comunismo na Rússia (futurismo, suprematismo, Eisenstein, Maiakovski, Meyerhold, Tatlin). Seus gostos em matéria de arte eram bem conservadores. Há testemunhos de que chorava ao ouvir o Pour Élise, de Beethoven. E sua visão de cinema era pedagógica e doutrinária: bom para educar as massas.
Dessa vanguarda, Trotski, agudíssimo crítico literário, fez leituras mais ricas, como nos ensaios O Futurismo, de 1922, e O Suicídio de Maiakovski, de 1930, incluídos em Literatura e Revolução, o mais extraordinário livro sobre literatura que um político jamais escreveu.
Quando, já exilado no México, nos anos 30, Trotski assina um manifesto surrealista com André Breton, vindo da França para conhecê-lo, o velho leão está apenas sendo fiel a algumas das suas riquezas da juventude.
A robustez e saúde de pensamento, Trotski deve ter herdado do pai. Mas a sofisticação intelectual, que sempre o distinguiu entre os bolcheviques e lhe atraiu invejas e ódios surdos, só pode ter vindo da mãe, que era assinante de uma biblioteca de livros de empréstimo, e lia em mais de uma língua.
O que importa guardar dos primórdios de Lev Davidovitch é que Trotski teve uma infância e adolescência sem penúria, como, aliás, Lenin, filho de um funcionário público, de alguma graduação na máquina burocrática. Diverso é o caso de Stalin, filho de um pobre sapateiro do Cáucaso, o único dos chefes da Revolução de Outubro a ter origens realmente populares.
Aos sete anos, os pais de Lev Davidovitch o enviaram para uma escola judaico-alemã, a quilômetros de distância da fazenda Yanovka. Não se adaptou, e os pais o trouxeram de volta, sem que tivesse chegado a aprender nem o iídiche nem o hebraico das Escrituras. Em compensação, tinha aprendido bem o russo, ele que só falava o ucraniano dos camponeses. Ao voltar, já escrevia bem em russo, e começava a ler avidamente livros na língua oficial.
Pouco depois, pelas mãos de um parente mais velho, de nome Spentzer, vai estudar em Odessa, o maior porto do Mar Negro, uma cidade de clima quente, fervilhante de vida cosmopolita.
Na casa dos Spentzer, Lev iniciou-se numa vida intelectual muito cuidada, música clássica, hábitos polidos, leituras de clássicos russos e europeus em geral (Goethe, Pushkin, Tolstoi, Dickens).
O jovem camponês ucraniano transforma-se num judeu urbano de classe média, um europeu culto e educado.
Em Odessa, frequentou uma escola alemã, ligada à Igreja Luterana, onde estudou, entre as matérias do currículo, francês e alemão. Nessa escola, a Realschule, parece ter sido aluno excepcionalmente sério, sempre o primeiro da classe.
Já podemos ver aí os germes da vaidade intelectual que sua figura sempre irradiou, a certeza de ser mais inteligente do que os outros, de ver mais longe ou pensar mais fundo, vaidade que só se transformava em modéstia diante da figura superlativamente carismática de Lenin (e isso só depois de muita briga entre os dois…).
Em Odessa, cidade esfuziante de atrações, frequenta a ópera, como os outros estudantes, veste-se com elegância (traço que sempre o distinguiu) e apaixona-se, platonicamente, por cantoras líricas, como um poeta romântico do século 19.
Aos 17 anos, o futuro chefe da Revolução de Outubro ainda não ouviu falar de marxismo. E seu talento para a matemática o inclina a sonhar com uma carreira universitária dedicada à matemática pura.
Tais eram seus dons nesse terreno que, consta, eminentes matemáticos lamentariam depois que tamanho talento se perdesse na mediocridade da vida política: que grande talento a matemática estava perdendo…
A atividade política de Trotski, percebe-se já, não vai nascer de uma revolta contra um estado pessoal de carência.
Como em Lenin, outro bem-nascido (como Mao e Fidel), em Trotski, a revolução vai ser uma paixão intelectual, uma certeza lógica, uma convicção feita de ferro em brasa. Uma das cruéis ironias da vida: só os bem alimentados podem lutar pelos famintos. Os muito miseráveis nem sequer se revoltam: deixam-se morrer à míngua. É preciso muita proteína para fazer uma revolução.
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